Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Artigos Meus

Artigos Meus

06
Mai18

Os Gastos Militares no Mundo

Albertino Ferreira

 

dm1.png

 

Em 2017, as despesas militares voltaram a aumentar, segundo o SIPRI, atingiram os 1739 biliões de dólares, representando 2,2% do Produto Interno Bruto Mundial, ou 230 dólares por cada habitante dos mais de 7500 milhões que o mundo tem.

Os países com maior orçamento militar são:

1.º

Estados Unidos da América

610 mil milhões de dólares

2.º

China

228 mil milhões de dólares

3.º

Arábia Saudita

69,4 mil milhões de dólares

4.º

Rússia

66,3 mil milhões de dólares

5.º

Índia

63,9 mil milhões de dólares

6.º

França

57,8 mil milhões de dólares

7.º

Reino Unido

47,2 mil milhões de dólares

8.º

Alemanha

44,3 mil milhões de dólares

Como se observa, os gastos militares dos EUA, além de serem os maiores do mundo, superam as despesas conjuntas dos outros sete países que os seguem.

No que se refere a blocos militares, a Nato, com 29 países, é senhora das maiores despesas militares mundiais, 900 mil milhões de dólares, mais de metade (52%) do total mundial.

Ao nível dos países, é da China o maior acréscimo absoluto em 2017, um montante de 12 mil milhões de dólares, a preços de 2016. Mantendo-se no segundo lugar a nível mundial, longe dos EUA, os gastos militares da China representam 13% do total, quase três vezes mais do que eram em 2008 – 5,8% do global.

Do lado contrário, destaca-se a Rússia, que diminuiu sensivelmente o seu orçamento militar relativamente a 2016, menos 13,9 mil milhões de dólares, uma quebra de 20%, sendo o país que mais emagreceu o orçamento militar.

 

dm.png

 

 

05
Mai18

Janeiro é mês das mortes

Albertino Ferreira

 

Em 2017, registaram-se um pouco mais de 300 falecimentos por dia em Portugal, uma ligeira redução face a 2016.

Os óbitos masculinos foram ligeiramente superiores aos femininos (+ 388).

Como seria de esperar, a elevada idade é o fator preponderante na morte; 17 em cada 20 falecidos tinha 65 ou mais anos 29 em cada 50, 80 e mais anos.

A mortalidade de crianças com menos de um ano foi de 286, menos do que em 2016.

O que continua a manter a taxa de mortalidade infantil portuguesa inferior à média da União Europeia, mas talvez ainda algo alta para o que deveria ser.

A morte não é uniforme ao longo do ano; o inverno é a época que mais vidas leva, o pico costuma ser em janeiro; ao contrário, a primavera e o verão são mais amigáveis à vida.

 

tmi.png

 

óbitos.png

 

 

04
Mai18

Os Homens Casam Mais Entre Si do que as Mulheres

Albertino Ferreira

 

 

Os casamentos voltaram a aumentar em 2017 (+1235), como acontece desde 2015; quase todos aconteceram entre pessoas de sexo oposto.

O número de casamentos entre pessoas do mesmo sexo subiu também, ultrapassou o meio milhar (523), com mais de metade (53,9%) a ocorrer entre homens.

O casamento civil é largamente preponderante, praticamente 2 em cada 3 é celebrado dessa forma; os que seguem as normas católicas representam pouco mais de um terço e estão em diminuição; os que respeitam outros ritos religiosos são residuais (0,5%).

O verão é a época do ano preferida para casar, com o mês de agosto a ser o mais escolhido; do lado contrário, fevereiro é o mês em que menos se dá o enlace.

Por fim, o casamento cada vez mais constituí a formalização de uma situação já existente, uma vez que, em cerca de 3 em cada 5, os nubentes já viviam juntos.

 

cpms (1).png

 

nubentes.png

 

 

 

 

03
Mai18

Os Nascimentos não Compensam as Mortes

Albertino Ferreira

 

É preocupante, há nove anos que acontece e está a ficar pior: Em Portugal, os nascimentos são inferiores às mortes, segundo o Instituto Nacional de Estatística.

Em 2017, os nascimentos ficaram atrás das mortes em 23432; o que representa um drástico agravamento face a 2010,quando a diferença, já má, se ficou pelos 4573.

No primeiro ano referido, nasceram 86154 crianças, a maioria meninos – 51,15% - o que contraria a crença de que nascem mais meninas.

É de sublinhar o facto de mais de metade ter nascido fora do casamento formalmente celebrado, proporção que está em aumento, muito pela influência do forte acréscimo do nascimento de bebés, cujos pais nem sequer vivem em coabitação, isto é, na mesma casa.

A maternidade ocorre principalmente entre os 20 e os 34 anos; depois dos 35 anos o seu valor, embora em aumento, ainda não chega a um terço do total; antes dos 20 anos da mãe, sua ocorrência é residual – 2,5% do total - e está em diminuição.

Finalmente, é no mês de setembro que se observa o maior número de nascimentos, enquanto o menor ocorre em fevereiro.

 

DcNLKkkWsAYBTqd.jpg

 

chartoftheday_13556_la_france_championne_des_bebes

Valores de 2016

 

 

 

Pág. 5/5

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D