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Artigos Meus

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28
Jun18

Onde morrem os condutores

Albertino Ferreira

Em Portugal, a morte de condutores em acidente rodoviário acontece quase na mesma proporção nas áreas urbanas e nas áreas não urbanas, com ligeira preponderância para estas últimas.

O que diferencia drasticamente o nosso da generalidade dos países da União Europeia, onde a maioria das mortes de condutores ocorre em acidentes nas zonas não urbanas.

 

condutores.png

 

27
Jun18

Com todo o respeito, mas o LIFELINE deve dirigir-se para a Alemanha

Albertino Ferreira

LIFELINE é propriedade de uma organização não governamental alemã! Entendem que a resolução do dramático problema dos imigrantes é ir buscá-los à Líbia, segundo parece, e trazê-los para a União Europeia. Tudo bem, é uma posição respeitável, desde que o primeiro país de destino seja a Alemanha; porque compreende-se mal que alemães andem a importar imigrantes para o país de outros.

Creio que o que os diferentes países devem fazer é prestar assistência para que o referido barco chegue ao seu próprio país; ou então, permitir que desembarquem num terceiro desde que transporte esteja garantido de imediato para a Alemanha. 

 

 

27
Jun18

Urbanização Fatídica

Albertino Ferreira

Em Portugal, ao contrário do que sucede na maioria dos países europeus, mais de metade dos acidentes rodoviários mortais ocorre no interior das áreas urbanas. Más estradas, ausência de passeios, sinalização defeituosa, condução imprudente e desrespeitosa, veículos em más, falta  condições, pouco cuidado dos peões..., claramente, urge uma atenção maior a toda essa problemática, que nos faz diferentes do resto da Europa.

 

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26
Jun18

Before Capitalism, Medieval Peasants Got More Vacation Time Than You. Here’s Why

Albertino Ferreira

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Go back 200, 300 or 400 years and you find that most people did not work very long hours

By Lynn Parramore

 

Plowing and harvesting were backbreaking toil, but the peasant enjoyed anywhere from eight weeks to half the year off. The Church, mindful of how to keep a population from rebelling, enforced frequent mandatory holidays. Weddings, wakes and births might mean a week off quaffing ale to celebrate, and when wandering jugglers or sporting events came to town, the peasant expected time off for entertainment. There were labor-free Sundays, and when the plowing and harvesting seasons were over, the peasant got time to rest, too. In fact, economist Juliet Shor found that during periods of particularly high wages, such as 14th-century England, peasants might put in no more than 150 days a year.

 

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O tempo de trabalho é uma relação social, nada tem de natural, como julga o senso comum; que é habilidosamente explorado pelos que detêm o poder para impôr longas jornadas de trabalho que correm a seu benefício, principalmente, não dos que trabalham de 'sol a sol'

26
Jun18

Com a Imigração me Enganas

Albertino Ferreira

O Governo, noticiou ontem uma rádio pela manhã, pretende atrair 75 mil imigrantes nos próximos anos, pois, justifica-se, sem isso a população portuguesa sofrerá uma forte quebra.

 

A este propósito:

 

1. Portugal é dos portugueses, não dos que governam, logo uma tal medida não deveria ser sujeita a sério debate nacional, incluindo a sua submissão a votos, fazendo constar a mesma dos programas eleitorais dos partidos que a defendem? 

 

2. Se é para resolver o problema da natalidade, não existem outras medidas? Por exemplo, que incentivos se dá para promover a natalidade e de que apoios desfrutam as famílias, sejam de que tipo forem, para a criação e educação dos seus filhos?

Em qualquer caso, não é aceitável que o principal instrumento de uma política de natalidade seja o recurso à imigração.

 

3. Como se compatibiliza essa necessidade de imigrantes quando, ao mesmo tempo, pouco ou nada se faz para evitar a saída, a emigração de jovens portugueses, muitas vezes altamente qualificados, de que o caso de formados na área da saúde é o exemplo mais conhecido.

 

4. Aos futuros imigrantes serão garantidas as mesmas condições de trabalho de que gozam os nacionais em idênticas circunstâncias? Ou, pelo contrário, serão sujeitos a condições de vida, trabalho e de remuneração inferiores, com isso, pressionando também o rebaixamento das condições profissionais dos trabalhadores do país, isto é, o Governo, aproveitando e escondendo-se atrás da problemática da natalidade, não está a apostar na continuação do modelo económico dos baixos salários e dos direitos laborais enfraquecidos?

 

5. E já que o Governo avalia a necessidade quantitativa em 75 000, pode indicar também qual o perfil profissional desejado nos imigrantes, por outras palavras, em que setores de atividade serão necessários?

 

6. Ainda, o que faz Governo para ajudar ao desenvolvimento ou a garantir a paz nos países de origem de modo a que os seus cidadãos não sejam obrigados a emigrar pela força das necessidades?

 

Resumindo, há muito para debater; o Governo não pode simplesmente canalizar para a comunicação social uma tal informação, como parece que fez, sem promover um debate sereno mas aprofundado da questão.

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