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Artigos Meus

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03
Out18

Socorro, Os Homens Precisam de Ajuda

Albertino Ferreira

Por toda a Europa a mortalidade adulta masculina supera a feminina, mas a velocidades diferentes, desde quase 3 vezes mais a apenas cerca de uma. Como se pode verificar, Portugal é dos países onde a diferença é maior, estamos no 7.º lugar a nível europeu, os adultos portugueses morrem 2, 56 vezes mais do que as adultas, por cada mulher que morre, falecem perto de 3 homens.

 

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03
Out18

Maus hábitos alimentares? Menos saúde!

Albertino Ferreira

"De acordo com as estimativas efetuadas no âmbitoa iniciativa GBD – Global Burden of Disease (The Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME), em 2014, os hábitos alimentares inadequados foram o fator de risco que mais contribuiu para o total de anos de vida saudável perdidos pela população portuguesa (19%), seguidos da hipertensão arterial (17%) e índice de massa corporal elevado (13%), expressos em DALY (Disability Adjusted Life Years - 1 DALY corresponde à perda de um ano de vida saudável)". INE, PORTUGAL Alimentação Saudável em Números – 2015

 

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02
Out18

Portugal a Leste a Europa

Albertino Ferreira

Pela mortalidade de adultos, Portugal destoa da Europa ocidental, central, nórdica e do sul; estamos a leste. Morre-se muito e cedo em Portugal. Será aceitável uma taxa de mortalidade tão elevada naqueles que são os melhores anos de vida, como é costume dizer-se.

 

 

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 É certo, a situação melhorou em quase 31%; em 2000 era pior. Foi um bom esforço, mas outros fizeram mais, ficámos em 17.º lugar, entre 40 países. 

 

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01
Out18

Os Homens Tombam que Nem Tordos

Albertino Ferreira

Nos 'melhores' anos de vida, entre os 15 e os 60 anos, a mortalidade masculina ultrapassa a feminina em mais de 2,5 vezes. Porquê esta discrepância? Que fatores a podem explicar? O homens correm mais riscos na vida?

Algumas razões ponderosas devem existir, até porque é um fenómeno geral, não uma especificidade portuguesa.

Centrando-nos novamente no nosso país, Desde o ano 2000, a mortalidade adulta diminuiu em Portugal, mas aquela relação agravou-se, uma vez que, no inicio do século, era de 2,33 vezes. 

Logicamente, uma das consequências visíveis desta situação é o número de mulheres superar o dos homens, entre meados dos anos 20, quando até aí, as raparigas são mais do que os rapazes, dado que nascem mais meninos do que meninas.

 

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