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Artigos Meus

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30
Mai20

A minha sondagem para as presidenciais

José Pacheco

As eleições presidenciais serão em janeiro de 2021. Mas já estão a mexer.  Por isso, decidi fazer uma sondagem, por email, coisa pequenina, são apenas dez respostas, 30% do distrito de Lisboa, outras seis são de distritos diferentes, uma do Brasil.

Uma questão que anda aí é a da possível candidatura da dr.ª Ana Gomes, apesar de António Costa já ter manifestado apoio à recandidatura de Marcelo Rebelo de Sousa.

A maioria das respostas, 50%, foi no sentido de que deverá candidatar-se; 20% responderam que não e 30% não têm opinião.

Do lado de Marcelo Rebelo de Sousa deve notar-se que estará com 72 anos em janeiro de 2021. 

À pergunta se deveria recandidatar-se sem ligar à idade, 50% respondeu que sim; 30% que não e 20% não tem opinião.

Como será a votação na 1.ª volta em que além dos dois haverá mais candidatos?

O mais votado é Marcelo Rebelo de Sousa, com 50% dos votos;

Ana Gomes obterá 20% dos  votos;

Os outros 30% irão para outros candidatos.

Finalmente, havendo uma 2.ª volta, em que os dois candidatos fossem Ana Gomes e Marcelo, este voltaria a ficar na frente com 50% dos votos, Ana Gomes recolheria novamente 20% dos votos, os outros 30%, que na 1.ª volta votaram em outro candidato, não votaria em qualquer deles.

 

Bom, agora só falta esperar por janeiro de 2021...

29
Mai20

O plano para a recuperação

José Pacheco

Algumas das verbas possíveis estão indicadas no gráfico. Elas indicam que, neste momento, a UE não pretende correr os riscos políticos da austeridade violenta que impôs depois da crise de 2007/2008. Depois, mais para a frente, se as coisas acalmarem, logo se verá...

O que não deve impedir uma análise mais profunda. Por exemplo, no mesmo período, 4 anos, o montante que Portugal irá pagar de juros da dívida é  igual, superior ou inferior ao que irá receber?

Bom, 25 mil milhões de euros de juros da dívida a pagar no mesmo período parece ser um montante bem superior.

E. ao ritmo atual,  40 mil milhões de euros para offshores sem pagar imposto são muito mais.

Depois, como se pode compreender ainda  que a UE pretenda carregar mais na dívida se ela é já tão pesada? 

Os 250 mil milhões não poderia também ser suportados pela UE?

Ainda, países tão ricos, e que tanto têm beneficiado com a UE, como a Alemanha e a França, não poderiam receber menos? 

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