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Artigos Meus

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31
Jul25

Beneficiários do Rendimento Social de Inserção

José Pacheco

Em maio de 2024, 181.501 pessoas recebiam o Rendimento Social de Inserção (RSI) em Portugal.

 

Este número representa uma ligeira diminuição em relação a meses anteriores e uma quebra mais acentuada face ao ano homólogo. Os dados mais recentes, divulgados pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, indicam uma tendência de decréscimo no número de beneficiários desta prestação social.

De acordo com a "Síntese de Informação Estatística da Segurança Social", em março de 2024, o número de beneficiários era de 181.614. A variação homóloga, comparando com maio de 2023, reflete uma redução de 4,0%, o que corresponde a menos 7.661 pessoas a receber o RSI.

Analisando a evolução ao longo dos últimos anos, os números de 2023 já apontavam para o valor mais baixo de beneficiários em 18 anos, com uma média de 214 mil pessoas abrangidas.

O Rendimento Social de Inserção é um apoio social destinado a proteger as pessoas e agregados familiares em situação de pobreza extrema, consistindo numa prestação em dinheiro para garantir as suas necessidades mínimas e promover a sua progressiva inserção social e profissional. O valor da prestação não é fixo, dependendo da composição do agregado familiar e dos seus rendimentos.

 

De acordo com os dados mais recentes da Segurança Social, relativos a junho de 2025, a distribuição dos 172.308 beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) por sexo e idade é a seguinte:

 

Distribuição por Sexo:

  • Mulheres: 52,5% do total

  • Homens: 47,5% do total

Distribuição por Faixa Etária:

  • 18 aos 29 anos: 13,7%

  • 30 aos 39 anos: 10,9%

  • 40 aos 49 anos: 12,3%

  • 50 ou mais anos: 30,5%

Estes dados, provenientes da "Síntese de Informação Estatística da Segurança Social", mostram que a maioria dos beneficiários do RSI são mulheres e que a faixa etária com maior representação é a de 50 ou mais anos.

 

Despesa com RSI em 2024 e Valor Médio da Prestação

Em 2024, o Estado português gastou um total de aproximadamente 428 milhões de euros com o Rendimento Social de Inserção (RSI). Quanto ao valor da prestação, os dados oficiais não especificam um valor mediano, mas indicam o valor médio mensal, que no final do ano se situava em 322,80 euros por família.

Despesa Total Anual

A despesa total com o RSI em 2024 foi apurada através dos dados da execução orçamental da Segurança Social, compilados pelo Banco de Portugal. A soma dos encargos mensais ao longo do ano totalizou cerca de 428 milhões de euros, refletindo o apoio contínuo a dezenas de milhares de famílias.

Valor da Prestação: Médio em vez de Mediano

Não foi possível encontrar dados oficiais sobre o valor mediano do RSI para 2024. As estatísticas publicadas pela Segurança Social e pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) focam-se no valor médio da prestação.

De acordo com o "Boletim Estatístico - dezembro de 2024" do GEP, em novembro de 2024:

  • O valor médio do RSI por família era de 322,80 euros.

  • O valor médio por beneficiário (individualmente) era de 152,70 euros.

É importante notar que o valor do RSI não é uma quantia fixa. É calculado com base na composição e nos rendimentos do agregado familiar, resultando da diferença entre o valor máximo do RSI aplicável à família e a soma dos seus rendimentos. Para 2024, o valor de referência para o titular do RSI era de 237,25 euros.

A despesa de aproximadamente 428 milhões de euros com o Rendimento Social de Inserção (RSI) em 2024 representa as seguintes percentagens dos orçamentos da Segurança Social e do Estado:

  • Orçamento da Segurança Social: O valor gasto com o RSI corresponde a aproximadamente 1,19% da despesa total da Segurança Social, que em 2024 foi de cerca de 36 mil milhões de euros.

  • Orçamento Geral do Estado (OGE): A despesa com o RSI representa cerca de 0,46% da despesa total consolidada do Estado, que em 2024 foi de aproximadamente 93,1 mil milhões de euros.

É importante notar que estes valores são aproximados e baseiam-se nos dados disponíveis da execução orçamental.

 

Fonte: Gemini

31
Jul25

Portugal dos baixos salários

José Pacheco

Portugal, país de baixos salários, por decisão da clique política, incluindo da UE, económica e financeira que continua no comando do país, apesar do 25 de Abril, que, além disso, alguns dessa clique trairam.

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Portugal é dos países com maior taxa de desemprego.

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A China é a primeira locomotiva do crescimento económico mundial. DE forma surpreendente, em face do que nos dizem, a Rússia aparece como a 5.ª locomotora, à frente de qualquer país da UE.

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