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Artigos Meus

Artigos Meus

14
Fev26

Ouro

José Pacheco

O preço do ouro dispara. Sinal de turbulência no mundo. E também que os poderes ocidentais já não conseguem travar o aumento do preço do ouro, como sempre fizeram em proveito do dólar.

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A UE ainda é a maior...

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Os EUA sopram os gastos militares, porque a sua industria de armamentos é a grande beneficiária.

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Isto está sobreestimado. O FMI já não dispõe do monopólio da informação nem do acessoa a todas as informações. Há outros jogadores em campo.

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13
Fev26

Armamento e mais armamento

José Pacheco

Tanto dinheiro que se desperdiça em armas. Que útil seria se aplicado para o bem!

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A estatística também pode ser enganadora. A maior economia do mundo é a chinesa, paridades de poder de compra. A china é o país que mais puxa pela economia mundial, é a fábrica do mundo e declarou a intenção de ser o maior mercado consumidor do mundo também. Mudanças tectónicas acontecem à frente dos nossos olhos.

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Onde estão os europeus? Os caucasianos? São quase todos asiáticos. 

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A prata é uma enorme riqueza da América Latina. Que queiram e saibam fazer bom uso dela é outra coisa.

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12
Fev26

A estatística ajuda a perceber.

José Pacheco

Com um crescimento assinalável, a China consegue uma inflação de apenas 0,7%. Uau!

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O petróleo da Venezuela deveria fazer dela muito feliz. Mas para isso tem de se defender dos ladrões na vizinhança. Saber e querer defender-se também. Será que querem? Será que sabem?

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O dólar perde força e atratividade.

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Os gigantes do gás. A Rússia não permite que roubem o seu. Povo forjado em batalhas centenares. 

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11
Fev26

A Escola dos Anais

José Pacheco

A Escola dos Annales foi um movimento historiográfico que revolucionou o modo de estudar a História no século XX. Começou em 1929, quando os historiadores franceses Lucien Febvre e Marc Bloch fundaram a revista Annales d'histoire économique et sociale, que se tornou o núcleo do movimento.

 
O objetivo central era romper com a história tradicional, focada em narrativas políticas e eventos isolados (histoire événementielle), e promover uma "história total", que integrasse economia, sociedade, geografia e cultura para entender processos de longa duração.
 
📈 As Gerações da Escola dos Annales
 
A história da escola é geralmente dividida em quatro gerações, cada uma com diferentes ênfases.
 
1ª Geração (1929-1949) – A Fundação
 
· Principais Nomes: Marc Bloch e Lucien Febvre.
· Principais Contribuições: Introdução do conceito de "história-problema", crítica ao positivismo histórico, defesa da interdisciplinaridade e alargamento das fontes históricas (além de documentos escritos).
 
2ª Geração (1946-1968) – A Consolidação
 
· Principais Nomes: Fernand Braudel (liderança), Georges Duby, Pierre Chaunu.
· Principais Contribuições: Desenvolvimento do conceito de longa duração (longue durée) para estudar estruturas geográficas e sociais quase imóveis no tempo; destaque para geo-história. A obra-símbolo é O Mediterrâneo e o mundo mediterrânico na época de Filipe II, de Braudel.
 
3ª Geração (1968-1989) – A Nova História
 
· Principais Nomes: Jacques Le Goff, Emmanuel Le Roy Ladurie, Pierre Nora, Philippe Ariès.
· Principais Contribuições: Ampliação extrema dos temas, com foco na história das mentalidades (psicologia coletiva, crenças). Consolidou a ideia de que toda atividade humana é objeto da História.
 
4ª Geração (a partir de 1989) – Novos Rumos
 
· Principais Nomes: Roger Chartier, Bernard Lepetit, Jacques Revel.
· Principais Contribuições: Distanciamento da abordagem das mentalidades, incorporação da virada cultural e linguística e maior diversificação de temas e métodos.
 
🔍 Principais Ideias e Inovações
 
A Escola dos Annales trouxe mudanças profundas para a prática histórica:
 
· Crítica ao Positivismo: Rejeitou a ideia de que o historiador deve apenas "expôr os fatos", defendendo uma história interrogativa que problematiza o passado.
· Tempo Histórico e Longa Duração: Propôs que o tempo histórico tem múltiplos ritmos. A maior inovação foi focar nos processos de longa duração (estruturas geográficas, sociais, mentais), mais importantes que os eventos curtos (políticos, diplomáticos).
· Interdisciplinaridade: Integrou ativamente métodos e questões da Geografia, Sociologia, Economia e Antropologia na análise histórica, rompendo barreiras entre as ciências humanas.
· Ampliação de Fontes e Objetos: Defendeu o uso de qualquer vestígio humano como fonte (clima, paisagem, utensílios, testamentos). Isso abriu caminho para estudos sobre vida cotidiana, festas, medos, alimentação.
· História Total e Global: Buscou uma história que não fosse fragmentada, mas que articulasse todos os aspectos da vida em sociedade para uma compreensão global de uma época ou civilização.
 
💎 Legado e Críticas
 
O legado dos Annales é imenso. Muitas de suas ideias (interdisciplinaridade, estudo de longa duração, diversificação de temas) tornaram-se padrão na historiografia contemporânea.
 
Contudo, a escola também recebeu críticas. Alguns historiadores apontaram que, a partir da terceira geração, houve um excesso de fragmentação dos temas, abandonando a busca pela "história total". Outros criticaram uma tendência estruturalista que, ao enfatizar as forças de longa duração, teria minimizado o papel da ação humana, das mudanças abruptas e dos eventos políticos.
 
Fonte: DeepSeek
10
Fev26

A mensagem das imagens!

José Pacheco

 

 

 

 

Senior-Population-of-the-Worlds-Top-Economies_web-

Que bom. O problema é os nascimentos sejam poucos. 

 

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Que bom, oxalá continue a aumentar e que as pessoas tenham mais tempo para si, que não sejam condenadas a "trabalhar" até ao fim!

 

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A diferença entre Trump e os outros. Trump não disfarçaria o domínio dos EUA. Colocaria a bandeira dos EUA, não a da Nato. Os outros, nos EUA, que são como ele, apenas mais disfarçados, colocam a bandeira da Nato, não a do próprio país. Disfarçam a garra de ferro da dominação com uma luva de peludo.

 

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Os EUA querem resolver o seu problema de terras raras com a Gronelândia? Não deve ser esse o motivo...

 

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