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Artigos Meus

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02
Mai19

Os gastos militares no mundo e as mentiras que caem

Albertino Ferreira

O SIPRI acaba de divulgar as despesas militares no mundo, em 2018, dados muito clarificadores da realidade e que desmontam várias das aldrabices com que nos tentam manipular.

Resulta evidente que, se de ameaças se fala, a grande ameaça são os EUA, que gastam como ninguém mais.

A suposta ameaça militar russa fica a ridículo, na Europa até a França tem despesas militares maiores.

E pelo cano do esgoto vai também essa ideia peregrina de que a União Europeia precisa de um exército próprio. Uma vez que os números desmostram que na Europa são os páises da União Europeia que de longe mais gastam em com a dita defesa.  Os números estão aí. O problema da UE não são militares a menos, mas a mais.

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A NATO constantemente está a matraquear sobre a suposta ameaça da Rússia. Ora, os números são arrasadores, o orçamento militar dos países da Nato ultrapassa os 960 mil milhões de dólares, enquanto o da Rússi é de pouco mais de 61 mil milhões. Os responsáveis sabem disso, mas não têm qualquer topete em mentir sobre a suposta ameaça russa.

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O mundo desperdiça demasiado dinheiro com a loucura dos armamentos; os EUA, por si só,  asseguram 36% dos gastos totais, e não estão satisfeitos, querem mais, quando o que deveriam era liderar o mundo para a diminuição de todas essas despesas inúteis e perigosas. Dessa forma seriam admirados. Não é com mais armas que aumentarão o seu prestígio.

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É sintomático o silêncio que caiu sobre este relatório; o poder instalado, os seus governos e comunicação social não querem que a população se aperceba como eles estão sempre a aldrabar.

20
Jan19

O Investimento direto estrangeiro n União Europeia e da UE

Albertino Ferreira

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Como se pode observar, o maior investidor estrangeiro na Eunião Europeia são os EUA. O investimento direto da China até é bem pequeno.

Curioso que não se escuta ninguém a gritar que a União Europeia está a ser vendida aos EUA, como gritam quando os investimentos são da China.

Outro facto que impressiona é o volume de investimento com origem em offshores.

 

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Os que gritam que a China está a comprar a União Europeia, deviam gritar mais que a UE está a comprar a China, pois, em termos percentuais, a UE investe mais na China do que este país na UE.

27
Jul18

"Proibida a entrada de cães e de chineses!"

Albertino Ferreira

Mas a Revolução Chinesa teve algo de positivo? Foi a pergunta que me colocou a Marta Elle. Como nos comentários não dá para deixar gráficos, parece-me, optei por trazer a resposta para aqui.

Naturalmente, são os chineses que devem responder em primeiro lugar a essa questão e, de facto, para eles só a sua opinião conta. 

Do meu lado, de acordo com os dados, o que posso dizer é o seguinte: a China não tem boa memória do seu encontro com o ocidente no século XIX, uma vez que foi devastador para ela. Era o país mais desenvolvido do mundo no princípio desse século. A partir daí foram só trambolhões.

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 A humilhação que os ocidentais - europeus, primeiro - impuseram aos chineses foi indescritível, ao ponto de, em várias cidades chinesas, como Pequim e Xangai, terem colocado placas com os dizeres da epígrafe.

Esse período, e o da ocupação japonesa, terminou com a Revolução de 1949. A China, com Mao Zegong e Zhou Enlai, reganha a sua independência, esse bem precioso de que poucos países desfrutam na realidade, e, num processo atribulado, inicia a recuperação da grandeza que já teve outrora. O processo acelera-se espantosamente na década de oitenta, com Deng Xiaoping e Li Peng, ao ponto de hoje a China ser já a maior economia do mundo (valor global), fazendo os cálculos em paridades de poder de compra, é a segunda, calculando em dólares correntes.

 

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18
Jul18

Os EUA, velho, chato e rezingão

Albertino Ferreira

Anda todo mundo espantado com o comportamento do presidente dos EUA, Donald Trump; que é explicado pelas idiossincrasias da sua personalidade.

Talvez, mas os dados apontam para razões mais profundas, concretamente para a perda de importância relativa da economia americana no mundo, que, em 1960, representava mais de 40% da economia mundial e, em 2017, apenas 24%, um trambolhão de 16%.

Mais inquietante ainda para Washington é o facto de ter surgido um competidor direto, a China, quando há 57 anos não existia nenhum.

 

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17
Jul18

As maiores economias do mundo

Albertino Ferreira

Os EUA continuam a ser a maior economia do mundo, pelo método de cálculo do Banco Mundial, mas não se sentem seguros, daí a guerra que iniciou contra tudo e contra todos, particularmente a China.

 

Portugal não faz parte de grupo dos maiores, está em 47.º lugar, o que não é mau a nível global, mas podíamos estar melhor.

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