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Artigos Meus

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19
Set18

Índice de Risco da Infância

Albertino Ferreira

Pelo Índice de Risco da Infância, da Save the Children, Portugal está bem colocado entre os países da Europa, da Euro-Ásia e a Ásia Ocidental (o valor máximo do IRI é 1000,que nenhum país alcança).

As crianças e jovens no nosso país estão bem cuidados, embora se possa melhorar. 

 

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Aliás, deve notar-se, que, segundo a Save the Children, situação no nosso país retrocedeu em relação ao ano anterior.

 

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"El índice compara los distintos países en función de un conjunto de indicadores que representan acontecimientos que tienen un profundo impacto en la vida y que representan la interrupción del disfrute de la niñez: la mala salud, la malnutrición, la exclusión de la educación, el trabajo infantil, el matrimonio precoz, el embarazo precoz y la violencia extrema."

 

"Las diferentes puntuaciones significan, a grandes rasgos, lo siguiente:


940 o superior Pocos niños y niñas se están perdiendo su niñez


De 760 a 939 Algunos niños y niñas se están perdiendo su niñez


De 600 a 759 Muchos niños y niñas se están perdiendo su niñez


De 380 a 599 La mayoría de los niños y las niñas se están perdiendo su niñez


379 o inferior Casi todos los niños y las niñas se están perdiendo su niñez"

10
Ago18

Portugal Investe Pouco na Educação Infantil

Albertino Ferreira

Reportando-nos ao investimento na Educação das crianças em idade de infantário, verifica-se que Portugal é dos países que menos dinheiro público destina aos cuidados de educação dessas crianças.

Num país onde se clama pela necessidade de incentivar a natalidade, não deveria acontecer o contrário, prestar toda a atenção aos cuidados a nível de infantário?

 

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Nos anos considerados, Portugal aumentou o esforço público com a educação infantil. Oxalá a quebra registada no último ano que não anulou a tendência de alta, tenha sido apenas um mero acidente de percurso.

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 Nota: Estes valores referem-se igualmente às despesas públicas com a pré-primária, uma vez que, para efeitos estatísticos, Portugal não destingue o ensino do nível de infantário do nível da pré-primária.

05
Mai18

Janeiro é mês das mortes

Albertino Ferreira

 

Em 2017, registaram-se um pouco mais de 300 falecimentos por dia em Portugal, uma ligeira redução face a 2016.

Os óbitos masculinos foram ligeiramente superiores aos femininos (+ 388).

Como seria de esperar, a elevada idade é o fator preponderante na morte; 17 em cada 20 falecidos tinha 65 ou mais anos 29 em cada 50, 80 e mais anos.

A mortalidade de crianças com menos de um ano foi de 286, menos do que em 2016.

O que continua a manter a taxa de mortalidade infantil portuguesa inferior à média da União Europeia, mas talvez ainda algo alta para o que deveria ser.

A morte não é uniforme ao longo do ano; o inverno é a época que mais vidas leva, o pico costuma ser em janeiro; ao contrário, a primavera e o verão são mais amigáveis à vida.

 

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