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Artigos Meus

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01
Jul20

Reiniciar la economía: para satisfacer las necesidades sociales no la busqueda de beneficios

Albertino Ferreira

Carlos concuerda con el análisis de Marx y Engels de hace más de 150 años de que, con el desarrollo del modo de producción capitalista, se ha abierto una "brecha metabólica" entre los seres humanos y la naturaleza.

 

Los bosques han sido talados y diezmados y la búsqueda de minerales y combustibles fósiles para la economía mundial. Esto ha llevado a los seres humanos a áreas antes remotas y cerca de patógenos que han estado en la vida silvestre durante miles de años. Estos patógenos ahora han saltado a los animales de granjas industriales y a los mercados de alimentos, contangiando a humanos que no tienen inmunidad. COVID-19 es solo uno de estos nuevos patógenos, ya que "la naturaleza contraataca".

 

Pero lo que la película hace bien es mostrar que el "capitalismo verde", es decir, confiar en la industria de los combustibles fósiles y otras compañías capitalistas para desarrollar tecnologías que salven al planeta, es una farsa, un enorme espejismo. La industria de los combustibles fósiles es el principal generador de emisiones de gases de efecto invernadero y, de hecho, los ejércitos a nivel mundial son los principales usuarios

 

Sin embargo, lo que ha demostrado la pandemia es que el mercado y la inversión con fines de lucro no pueden ofrecer un sistema de salud global efectivo. Lo que se necesita en cualquier reinicio es la propiedad pública de las principales compañías farmacéuticas y una mayor inversión pública en servicios de salud de propiedad pública.

 

El gran capital se prepara para "volver a la normalidad", aumentando la rentabilidad del capital mediante despidos, bajando los salarios e introduciendo robots y la automatización para reemplazar el trabajo vivo. Pero no se puede reiniciar la economía mundial "volviendo a la normalidad", es decir, con el beneficio privado como motor de la inversión, la producción, el empleo, la salud y la protección del planeta.

 

¿Qué implicaría un reinicio de la economía basado en la satisfacción de las necesidades sociales? Algunas sugerencias.

Necesitamos un plan global para el pleno empleo, con empleos para todos con un salario digno. Las pensiones y prestaciones para aquellos que no pueden trabajar deben aumentarse hasta suponer al menos dos tercios del salario medio.

 

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27
Mai20

Apoio à Economia

Albertino Ferreira

Há paises a apostar forte para que a economia não se afunde. O coronavíruis veios agravar problemas já existente. O problema é o de saber se esses fundos chegam de facto a quem precisa e deles fará uso útil. Aí há muitas dúvidas. Em Portugal, por exemplo, o governo recorre à intermediação bancária, privada na grande maioria, para fazer chegar esse dinheiro às empresas. Logo, esses apoios são um negócio para a banca, que depois ainda junta uma série de condições não colocadas pela entidade pública. Porque é que o governo não criam uma agência pública para fazer chegar o dinheiro público a quem é devido? Porque é que tem de contratar privados?

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21
Mai20

O Programa de Estabilidade 2020 e quem pagará as medidas de combate à «COVID 19»

Albertino Ferreira

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Neste estudo o economista Eugénio Rosa analisa as diversas medidas aprovadas pelo governo de apoio às famílias e às empresas.

Os seus custos, os valores de despesa previstos pelo governo no Programa de Estabilidade 2020 que apresentou à Assembleia da República, e quem vai suportar os custos que são enormes – Orçamento do Estado ou Segurança Social.

Está prevista uma despesa que permite pagar o “lay-off” apenas a 792.000 trabalhadores quando no fim de Abril já estavam inscritos 1.328.000 trabalhadores.

Demonstra-se que se for o Orçamento do Estado só pode ser feito com receitas de impostos. Se for a Segurança Social poderá por em causa a própria sustentabilidade da mesma.

E conclui que, há mais vida para além do “coronavírus” e é preciso que o medo não paralise em casa os portugueses pois, caso contrário, as consequências da hecatombe económica, social, e a perda de direitos ultrapassarão certamente as do “COVID 19”:

(523.000 trabalhadores inscritos para “lay-off sem cobertura na despesa prevista no Programa de Estabilidade 2020 apresentado pelo governo, o desemprego, a falta de rendimentos, e a miséria estão a alastrar por todo o país perante o silencio e passividade causado pelo “coronavírus”).

Espero que este estudo possa ser útil para a reflexão e debate sereno e objectivo sobre situação actual que é grave também a nível económico, social e de perda de direitos dos trabalhadores, perante o silêncio da comunicação social que só fala de infectados e de mortes causada pelo «coronavírus».

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Para Ler:

 

Com a devida vénia: 

O CASTENDO

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