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Artigos Meus

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06
Mai19

Custos do trabalho

Albertino Ferreira

Os custos horários por cada trabalhador em Portugal são claramente inferiores à média da União Europeia. É um indicador do atraso do país. Portugal precisa, e há espaço, que os salários subam substancialmente,  porque com isso se garantem condições de vida dignas para quem trabalha, no presente e para o futuro, e porque isso dará um impulso enorme ao desenvolvimento económico, uma vez que, de uma vez por todas, a economia portuguesa tem de deixar de se basear nos baixos salários.

Evidentemente, nada disso surgirá do céu....

 

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23
Abr19

Custos laborais baixos

Albertino Ferreira

Portugal tem dos mais baixos salários entre os países da União Europeia.  Uma vez mais se confirma. É o modelo económico dos baixos salários, herdado do fascismo, que se pretende perpetuar. De vez em quando, os governantes de serviço batem com a mão no peito e juram que não é isso o que se pretende, nem vai continuar. Paleio, de juras está o inferno cheio, a realidade aí está, é a prova de algodão, as entidades patronais e os governos que as favorecem não estão interessadas em aumentar o nível dos vencimentos, logo em desenvolver o país, sacam todo o lucro impondo baixos níveis remuneratórios e estão satisfeitas com isso. Por sua livre vontade não mudarão.

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20
Set18

Quando nos comparamos com os outros...

Albertino Ferreira

O nível de escolaridade dos portugueses tem aumentado muito, é inegável! Mas quando nos comparamos com os outros países da União Europeia detetamos logo o muito que ainda é preciso fazer, ou como ainda estamos atrasados. De facto, Portugal é o país da UE com maior percentagem da sua população com baixa escolaridade, até ao 9.º ano, no máximo, ou nem isso, incluindo os que nem a 4.ª classe (o 1.º ciclo do ensino básico) completaram.

É terrível, um entrave de todo o tamanho ao desenvolvimento que urge concretizar,

 

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27
Jul18

"Proibida a entrada de cães e de chineses!"

Albertino Ferreira

Mas a Revolução Chinesa teve algo de positivo? Foi a pergunta que me colocou a Marta Elle. Como nos comentários não dá para deixar gráficos, parece-me, optei por trazer a resposta para aqui.

Naturalmente, são os chineses que devem responder em primeiro lugar a essa questão e, de facto, para eles só a sua opinião conta. 

Do meu lado, de acordo com os dados, o que posso dizer é o seguinte: a China não tem boa memória do seu encontro com o ocidente no século XIX, uma vez que foi devastador para ela. Era o país mais desenvolvido do mundo no princípio desse século. A partir daí foram só trambolhões.

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 A humilhação que os ocidentais - europeus, primeiro - impuseram aos chineses foi indescritível, ao ponto de, em várias cidades chinesas, como Pequim e Xangai, terem colocado placas com os dizeres da epígrafe.

Esse período, e o da ocupação japonesa, terminou com a Revolução de 1949. A China, com Mao Zegong e Zhou Enlai, reganha a sua independência, esse bem precioso de que poucos países desfrutam na realidade, e, num processo atribulado, inicia a recuperação da grandeza que já teve outrora. O processo acelera-se espantosamente na década de oitenta, com Deng Xiaoping e Li Peng, ao ponto de hoje a China ser já a maior economia do mundo (valor global), fazendo os cálculos em paridades de poder de compra, é a segunda, calculando em dólares correntes.

 

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