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Artigos Meus

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01
Mai19

80 Anos

Albertino Ferreira

É a esperança média de vida dos portugueses. Como é uma média significa que uns vivem mais e outros menos. Convinha estudar esse facto com maior profundidade. Quem vive mais? Quem vive menos? Estudos de outros países indicam que as pessoas com maior rendimento têm mais anos de vida. A confirmar-se está-se ante um cenário horrível, pois significa que a desigualdade de rendimentos corresponde a tirar anos de vida às pessoas de posses menores.

Quem pode ficar indiferente ante tamanho horror?

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18
Fev19

O rio do dinheiro transborda para alguns e seca para todos os demais.

Albertino Ferreira

É esta a realidade. O dinheiro público, lançado pelos bancos centrais, enche os bolsos dos banqueiros e outros parecidos. Mas reduz-se para todos os outros,  conduzindo ao extremo indicado.

De outros modo, como é que se explica esse fabuloso concentrar da riqueza em algumas mãos, outra vez observado em 2018? Esse rendimento não foi gerado na economia real, não é preciso ser especialista para o entender. Onde é que a economia está com esse dinamismo impressionante para criar esses rios de dinheiro? Em lado nenhum, estagnada que se encontra, ou com evolução rastejante, salvo em alguns países asiáticos onde ultrapassa os 5% de crescimento.

Não, todo esse dinheiro foi criado pelos bancos centrais, BCE no caso da União Europeia, com as centenas de milhares de milhões que gastaram, e continuam, para subsidiar bancos e grandes empresas.

Dinheiro público para alguns, foi a decisão que tomaram, e não para todos, como poderiam ter decidido também; o resultado é esse.

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19
Dez18

Um bocadinho menos desiguais

Albertino Ferreira

A desigualdade diminuiu um bocadinho em Portugal, de 1990 para 2015; o coeficiente de Gini é ligeiramente menor. Instisfatório, naturalmente, mas bom, se acontecesse o contrário seria pior, como acontece com alguns países. 

Como com a China, por lá tudo parece calmo, mas continuará assim?

Como na África do Sul, o que explica em parte o resurgir do movimento pela justiça económica, o Malema, que não está com os paninhos quentes usados por Mandela.

Como no Brasil, que registou uma significativa redução da desigualdade (embora se mantenha dos países mais desiguais), o que provocou a violenta reação da elite endinheirada, que recusa não receber o que estava habituada, promove o golpe de Estado, prende o principal símbolo e responsável por essa diminuição e instala no poder um governo de homens, e algumas mulheres, menos cultos do que os humanos das cavernas.

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