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Artigos Meus

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28
Mar19

Despesas militares elevadas em Portugal

Albertino Ferreira

Qual a necessidade para Portugal se encontrar entre os países da Nato com maiores despesas militares face à sua riqueza? O que ganhamos com isso? Que contributo vem daí para o nosso desenvolvimento?

Finalmente, para não alimentar fobias, não deixe de se reparar que o gasto militar conjunto dos países europeus da Nato supera em muito o da Rússia.

Europa-Geopolítica-Economía-Seguridad-Defensa-Co

 

27
Mar19

Despesas militares no mundo

Albertino Ferreira

Que loucura, que desperdício, que problemas já não se teriam resolvido com a aplicação útil desses fabulosos recursos, a doença e a fome, por exemplo, já feriam parte da história da humanidade, muito provavelmente.

Mundo-Geopolítica-Economía-Conflictos-Seguridad-

Note-se que a unidade escolhida, percentagem do PIB, prova o esforço que cada país faz em face da grandeza da sua economia, isto é, não mostra o valor absoluto da despesa militar de cada país.

29
Dez18

Os gastos com a saúde pesam às famílias portuguesas

Albertino Ferreira

As despesas com a saúde representam 9% do Produto Interno Bruto, o que coloca Portugal acima da média da OCDE. 

São dados globais que trazem surpresa quando decompostos nas suas duas componentes, a pública, a do Estado, e a privada, ou a dos cidadãos. 

 

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De facto, quanto ao financiamento estatal, a posição de Portugal cai, passa a ser inferior à média da OCDE.

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Em contrapartida, o peso que as famílias suportam com os encargos com a saúde, volta a colocar Portugal nitidamente acima da média da OCDE; aliás, de entre os 36 países dessa Organização, as famílias portuguesas são das que mais comparticipam do seu bolso para os cuidados de saúde, para além dos impostos e dos descontos a que são obrigadas para o efeito.

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27
Dez18

O Estado Empurra para as Famílias os Encargos com a Saúde

Albertino Ferreira

Os encargos com a saúde representavam 9% do PIB em 2017; destes, 6% corriam à conta do Estado e 3% eram assegurados pelas famílias.

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Os números apresentados permitem constatar que o Estado se desfaz progressivamente das suas responsabilidades na saúde empurrando-as para as famílias. De facto, no ano 2000, o Estado assegurava 70,47% do financiamento da saúde, valor que baixou para 66,64% em 2017; por contrapartida dos encargos suportados pelas famílias, que subiram de 29,53%, em 2000, para 33,36% em 2017.

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O que comprova a crescente desresponsabilização do Estado em assegurar o direito à saúde dos seus cidadãos, vendo-se estes na contingência de substituir o Estado no que este devia, mas não faz. E os valores em causa são já muito significativos.

Assim, em 2000, por cada 5€ que o Estado aplicava na saúde, as famílias gastavam 2€; 

Em comparação, em 2017, por cada 2€ que o Estado assegurava, as famílias, por seu lado, tinham de garantir 1€!

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