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Artigos Meus

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21
Mai20

O Programa de Estabilidade 2020 e quem pagará as medidas de combate à «COVID 19»

Albertino Ferreira

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Neste estudo o economista Eugénio Rosa analisa as diversas medidas aprovadas pelo governo de apoio às famílias e às empresas.

Os seus custos, os valores de despesa previstos pelo governo no Programa de Estabilidade 2020 que apresentou à Assembleia da República, e quem vai suportar os custos que são enormes – Orçamento do Estado ou Segurança Social.

Está prevista uma despesa que permite pagar o “lay-off” apenas a 792.000 trabalhadores quando no fim de Abril já estavam inscritos 1.328.000 trabalhadores.

Demonstra-se que se for o Orçamento do Estado só pode ser feito com receitas de impostos. Se for a Segurança Social poderá por em causa a própria sustentabilidade da mesma.

E conclui que, há mais vida para além do “coronavírus” e é preciso que o medo não paralise em casa os portugueses pois, caso contrário, as consequências da hecatombe económica, social, e a perda de direitos ultrapassarão certamente as do “COVID 19”:

(523.000 trabalhadores inscritos para “lay-off sem cobertura na despesa prevista no Programa de Estabilidade 2020 apresentado pelo governo, o desemprego, a falta de rendimentos, e a miséria estão a alastrar por todo o país perante o silencio e passividade causado pelo “coronavírus”).

Espero que este estudo possa ser útil para a reflexão e debate sereno e objectivo sobre situação actual que é grave também a nível económico, social e de perda de direitos dos trabalhadores, perante o silêncio da comunicação social que só fala de infectados e de mortes causada pelo «coronavírus».

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Para Ler:

 

Com a devida vénia: 

O CASTENDO

01
Fev19

O Euro, o mito e a realidade

Albertino Ferreira

Gráfico 1.

Segundo o Eurostat, em 2008, a remuneração/hora de um trabalhador em Portugal correspondia 47,3% da média da Zona euro; em 2011 representava já apenas 45,3%; em 2015 somente 41,4% e, em 2017, 41,8% da média das remunerações dos trabalhadores da Zona Euro, ou seja, menos de metade.

Gráfico 2.

Os dados do Eurostat são claros, não deixam margens para dúvidas e tornam desnecessários os comentários. Em 2006, apenas 46,8% da riqueza criada em Portugal revertia para os trabalhadores que representavam cerca de 84% da população empregada; em 2011, tinha diminuído para 46,3%, e no fim do governo de Passos Coelho/Paulo Portas/troika" tinha-se reduzido para 43,7%, tendo subido em 2017 para 44,3% mas continuando a ser inferior à média da Zona Euro que, em 2017, era 47,5%. Um valor superior ao de 2006, precisamente o contrário do que se verificou em Portugal que diminuiu.

Pode ver o artigo completo aqui

 

 

19
Jul18

O parte dos lucros e a dos salários no PIB

Albertino Ferreira

"Segundo o INE, em 2016, os trabalhadores por conta de outrem, os que recebem ordenados e salários, representavam 82,2% da população empregada (eram 3.787.200), enquanto os patrões, também chamados “empregadores”, que se apropriaram do chamado “Excedente Bruto de Exploração”, representavam apenas 4,7% da população empregada (eram 219.500)."

A "conclusão que se tira com base nos dados divulgados pelo INE é a seguinte: Entre 2010 e 2015, a “Parte dos salários e ordenados no PIB” diminuiu de 36,8% para 34,1%, enquanto a “parte do Excedente Bruto de Exploração”, que reverte para os patrões, subiu de 41,3% para 43%.Em 2016, observa-se uma pequeníssima inversão destas tendências: entre 2015 e 2016, a “Parte de salários e ordenados no PIB” sobe de 34,1% para 34,2%, e a “Parte do Excedente Bruto de Exploração no PIB” desce de 43% ara 42,8%." Eugénio Rosa

 

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