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Artigos Meus

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01
Fev19

O Euro, o mito e a realidade

Albertino Ferreira

Gráfico 1.

Segundo o Eurostat, em 2008, a remuneração/hora de um trabalhador em Portugal correspondia 47,3% da média da Zona euro; em 2011 representava já apenas 45,3%; em 2015 somente 41,4% e, em 2017, 41,8% da média das remunerações dos trabalhadores da Zona Euro, ou seja, menos de metade.

Gráfico 2.

Os dados do Eurostat são claros, não deixam margens para dúvidas e tornam desnecessários os comentários. Em 2006, apenas 46,8% da riqueza criada em Portugal revertia para os trabalhadores que representavam cerca de 84% da população empregada; em 2011, tinha diminuído para 46,3%, e no fim do governo de Passos Coelho/Paulo Portas/troika" tinha-se reduzido para 43,7%, tendo subido em 2017 para 44,3% mas continuando a ser inferior à média da Zona Euro que, em 2017, era 47,5%. Um valor superior ao de 2006, precisamente o contrário do que se verificou em Portugal que diminuiu.

Pode ver o artigo completo aqui

 

 

01
Jan19

Quero os meus 7 600 Euros

Albertino Ferreira

O Banco Europeu, o BCE, a União Europeia, os governos, podiam ter optado por dar 7 614 € a cada cidadão dos países da UE. Dessa forma teriam dado um grande impulso à economia, pois as pessoas fariam uso desse dinheiro para consumir, animando a economia; mas preferiram doá-lo aos bancos, aos muito ricos, ao 1%. O resultado, alguns muito mais ricos, o número desses nababos cresce, todos os outros se encontram mais ou menos na amargura. As lutas sociais sucedem-se, algumas muito vincadas, como em França com os coletes amarelos.

E, também, os que nada beneficiaram estão ainda a pagar, como se vê, por exemplo, no salto as rendas do ano passado para este.

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Como se lê a primeira quantia, dois biliões e e seiscentos mil milhões de euros? É tão grande, de outro mundo, simplesmente inimaginável para o comum dos mortais.

 

21
Nov18

Dívida Externa Líquida

Albertino Ferreira

dívida externa líquida voltou a subir no 1.º trimestre de 2018; o que faz que Portugal tenha das maiores dívidas líquidas da União Europeia, conforme o segundo mapa, onde não se indicam os países que são credores face ao estrangeiro.

Portugal já chegou a ter também uma posição credora; aconteceu pouco antes da adesão ao euro; desde então, com a adesão, a dívida, em % do Produto Interno Bruto, não parou de aumentar, aqui e ali de forma ondulada; o que coloca a questão de se averiguar se a opção pelo euro, e o que isso significou ao nível do desenho das políticas do país, não desempenhou, e não continua a desempenhar, um papel importante no endividamento do país.

 

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19
Nov18

Custos Laborais Ajustados ao Calendário

Albertino Ferreira

Os custos laborais em Portugal, no início de 2018 voltaram a cair para valores inferiores aos de 2012. 

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Como se pode observar, os custos laborais em Portugal são, em regra, inferiores aos da média da União Europeia e, também, da zona euro.

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Finalmente, Portugal encontra-se entre os poucos países da UE, cujos custos laborais, nos primeiros 3 meses de 2018, foram inferiores aos de 2012, ano tomado como base de comparação e, por isso, com o índice igual a 100.

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