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Artigos Meus

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30
Jul19

Juventude maltratada

Albertino Ferreira

A maioria dos portugueses encontra-se limitada aos baixos rendimentos. A situação dos jovens menores de 18 anos ainda é pior. Aqui, os jovens portugueses são os oitavos na União Europeia com o menor nível de rendimentos, enquanto no total Portugal está um lugar acima.

Tanto que se fala na juventude, vai-se a ver e é o que há. O que pensarão disso os jovens que, nas campanhas eleitorais,  se limitam a fazer de cenário de enquadramento para os discursos dos dirigentes dos partidos políticos que têm governado Portugal?

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04
Jul19

A Alemanha e as suas províncias

Albertino Ferreira

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A UE é isso faz boé de tempo; Manipuladores e românticos sempre negaram o que altos responsáveis não esconderam. Isso em nada alterou a realidade; facilitou é que ficasse pior, como é evidente da resolução do Conselhoe Europeu de há dias.

Hoje a UE com mais objetividade se pode denominar a Alemanha e as suas províncias. 

A amarga realidade é essa, com a UE e o Euro a Alemanha atual conseguiu o poder sobre boa parte da Europa que a Alemanha no tempo de Hitler procurou alcançar com a invasão e a guerra.

03
Jul19

O Governo está a destruir o país, sabe e não se importa

Albertino Ferreira

O investimento público é baixíssimo e o investimento total, público e privado, também, não retira Portugal dos últimos lugares.

O governo tudo sacrifica aos interesses de quem manda no euro, e aos agiotas da banca, ou, na sofistica linguagem oficial, o governo prioriza as boas contas públicas, que é como quem diz, "pobres mas honrados", é o antigamente aí outra vez e em força.

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01
Fev19

O Euro, o mito e a realidade

Albertino Ferreira

Gráfico 1.

Segundo o Eurostat, em 2008, a remuneração/hora de um trabalhador em Portugal correspondia 47,3% da média da Zona euro; em 2011 representava já apenas 45,3%; em 2015 somente 41,4% e, em 2017, 41,8% da média das remunerações dos trabalhadores da Zona Euro, ou seja, menos de metade.

Gráfico 2.

Os dados do Eurostat são claros, não deixam margens para dúvidas e tornam desnecessários os comentários. Em 2006, apenas 46,8% da riqueza criada em Portugal revertia para os trabalhadores que representavam cerca de 84% da população empregada; em 2011, tinha diminuído para 46,3%, e no fim do governo de Passos Coelho/Paulo Portas/troika" tinha-se reduzido para 43,7%, tendo subido em 2017 para 44,3% mas continuando a ser inferior à média da Zona Euro que, em 2017, era 47,5%. Um valor superior ao de 2006, precisamente o contrário do que se verificou em Portugal que diminuiu.

Pode ver o artigo completo aqui

 

 

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