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Artigos Meus

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04
Ago19

Os baixos rendimentos agora como no fascismo

Albertino Ferreira

Os rendimentos melhoram um pouco no grupo etário dos 18 anos aos 64 anos, mas não o suficiente para retirar Portugal dos últimos lugares da União Europeia.

O modelo económico do fascismo foi o dos baixos salários; verifica-se, 45 anos depois fim do anterior regime, que continua o mesmo. O que só pode significar que no poder se mantiveram os mesmos, pese as diversas peripécias vividas no período democrático.

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01
Ago19

Dos jovens que menos auferem

Albertino Ferreira

Os jovens portugueses, com idades compreendidas entre os 18 anos e os 24 anos, são dos que possuem menor rendimento ao nível dos países da União Europeia, ou, por outras palavras, dos mais explorados.

Sem qualquer dúvida, ao nível do rendimento a juventude portuguesa é bastante destratada pelo poder político e económica vigente.

Tenha-se em atenção de que 50% dos jovens em questão não atingem o nível de rendimentos indicado, o que perfaz um panorama da realidade vivida ainda menos agradável do que o retratado pelo gráfico.

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30
Jul19

Juventude maltratada

Albertino Ferreira

A maioria dos portugueses encontra-se limitada aos baixos rendimentos. A situação dos jovens menores de 18 anos ainda é pior. Aqui, os jovens portugueses são os oitavos na União Europeia com o menor nível de rendimentos, enquanto no total Portugal está um lugar acima.

Tanto que se fala na juventude, vai-se a ver e é o que há. O que pensarão disso os jovens que, nas campanhas eleitorais,  se limitam a fazer de cenário de enquadramento para os discursos dos dirigentes dos partidos políticos que têm governado Portugal?

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29
Jul19

Portugal dos carentes

Albertino Ferreira

O rendimento disponível dos portugueses, particularmente os trabalhadores e pensionistas, é dos mais baixos na União Europeia. Esta realidade triste não é nova, é certo, mas a sua continuação devia ser chocante. Os portugueses já estão tão habituados que não acreditam que seja possível qualquer alteração e muitos até reagem com raiva contra aqueles que não desistem de a alterar. O que talvez seja o mais terrível. 

Então, o que se deverá fazer? Aumentar significativamente os salários, naturalmente, todos, o salário mínimo nacional também, e as pensões.

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27
Jul19

Caminhar na Vida para a Pobreza

Albertino Ferreira

O gráfico é rico em informações. Sem ser exaustivo, nos 11 anos considerados o rendimento disponível dos indivíduos de todos os grupos etários referidos aumentou. 

O período da vida em que se tem maior rendimento é entre os 18 anos e os 64 anos. A partir daí o rendimento decresce, ou seja, a qualidade de vida diminui.

Trabalha-se uma vida inteira para quê? Para se acabar pior?

É muito frustrante.

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23
Jul19

A leveza insustentável da dívida

Albertino Ferreira

Tanto se fala, percentagem para cima, percentagem para baixo, e a assim dita nossa dívida continua das maiores entre os países da UE.

Estamos a paga-la para que a situação fique melhor. É a justificação do governo, o que faz é sempre o melhor. Há apenas um pequeno pormenor: não é isso o que juram todos os governos, que as decisões que tomam são as únicas certas e as que irão promover o bem de todos? Pois é, depois sabe-se o que costuma a acontecer.

Mas não se espere do governo outro comportamento, o reconhecimento de que há outros caminhos, muito menos de que está a empenhar o presente o o futuro com as escolhas que realiza.

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12
Jul19

A União Europeia é inimiga da espécie humana?

Albertino Ferreira

Os números estão aí, é a própria União Europeia que os publica, e não enganam. A taxa de mortalidade na UE, e em Portugal, é superior à taxa de natalidade, morre-se mais do que se nasce, na UE e em Portugal.

O que implica a diminuição da população. O que se verifica em Portugal, não na UE, porque o afluxo de imigrantes permite compensar e superar o excesso de mortes.

Mas porque é que a natalidade é baixa na UE e em Portugal? Certamente porque as políticas seguidas ou impostas por quem detém ou exerce o poder é hostil às pessoas, dificulta-lhes, até lhes inferniza a vida, em lugar de a tornar mais suportável e feliz de viver. 

Um dos reflexos desse drama é o baixo número de nascimentos.

O que faz a UE e Portugal? Mudam? Não parece muito ou assim tanto. Antes apostam na imigração para compensar (Portugal nem isso consegue fazer).

Mas isso só prova que pretendem continuar a baixar o nível das condições de vida, pois sabem que os imigrantes, no seu desespero e porque vêm de condições muito piores, aceitam tudo e mais alguma coisa para poderem sobreviver.

Evidentemente, toda esta situação agrava a tensão social, é geradora de conflitos e pode conduzir a situações políticas explosivas.

 

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