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Artigos Meus

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02
Set25

La economía perversa del suicidio asistido

José Pacheco

NY Times (https://www.nytimes.com/2025/07/22/opinion/assisted-suicide-economics.html)
Opinion | The Perverse Economics of Assisted Suicide
In an aging world, assisted suicide may look to governments like a cost-saving measure.

La economía perversa del suicidio asistido: The New York Times (https://www.nytimes.com/2025/07/22/opinion/assisted-suicide-economics.html) publicó una columna sobre el negocio de la muerte

Reino Unido avanza hacia la legalización de la eutanasia.

El Parlamento británico aprobó un proyecto de ley para legalizar el suicidio asistido. De convertirse en ley, Inglaterra y Gales se unirían a casi una decena de países europeos y 11 estados de EE.UU. donde esta práctica ya está permitida. Pero detrás del discurso sobre el "derecho a una muerte digna" se esconde una lógica económica sombría: sociedades envejecidas buscan deshacerse de lo que consideran una "carga".

🔻La demografía como motor oculto

La periodista británica Louise Perry señala en The New York Times que todas estas jurisdicciones comparten un rasgo: tasas de natalidad catastróficamente bajas, incapaces de garantizar siquiera el reemplazo generacional. "No creo que sea coincidencia", escribe.

Hace 30 años, la novela 'Hijos de los hombres' de Phyllis Dorothy James imaginaba una sociedad donde, ante el colapso demográfico, las autoridades fomentaban la muerte voluntaria de los ancianos mediante un programa llamado 'Quietus'. Hoy, esa distopía parece materializarse.

▪️La tasa global de fertilidad se ha reducido a la mitad desde 1950;

▪️Las pirámides poblacionales invertidas amenazan con colapsar los sistemas de seguridad social: hay cada vez menos jóvenes para mantener a los pensionistas;

▪️La inmigración no soluciona el problema: los migrantes también envejecen y su natalidad acaba igualándose a la de la población local.

🔻De la compasión al cinismo

Los defensores de la eutanasia parten de argumentos nobles: "un enfermo terminal debería poder evitar un final agonizante". Pero la realidad en los países donde se ha legalizado esta práctica es mucho más cínica.

En los Países Bajos (donde se legalizó la eutanasia en 2002), en 2023 casi 10.000 muertes (5% del total) fueron por eutanasia, incluyendo casos como el de Zoraya ter Beek, una mujer de 29 años con depresión y autismo, pero sin enfermedad terminal.

Canadá ha ido aún más lejos. Originalmente, el programa de Asistencia Médica para Morir (MAID) estaba destinado a pacientes terminales, pero en 2021 se eliminaron las restricciones:

▪️Ahora el Estado ofrece la muerte a jóvenes, pobres y desesperados que, con apoyo estatal, podrían querer vivir.

▪️Roger Foley, 49 años, con una enfermedad neurodegenerativa, denunció que el hospital le amenazó con cobrarle 1.800 dólares diarios o darle el alta sin atención si rechazaba la eutanasia;

▪️Jennifer Hatch, de 37 años y rostro de una campaña publicitaria de MAID, confesó antes de morir que le habría gustado vivir, pero no podía obtener la atención médica que necesitaba.

🔻La ecuación macabra

"El Estado, que posee el poder absoluto, al mismo tiempo financia el mantenimiento de ancianos y discapacitados y regula su salida de la vida", constata Perry. En el contexto de una crisis demográfica, fomentar la eutanasia comienza a parecer una forma de ahorrar dinero. Como confesó un amigo de Perry, exfuncionario del Tesoro británico, el único problema de estos programas desde una perspectiva financiera es que "son demasiado populares entre los jóvenes y no lo suficiente entre los mayores".

Los cálculos muestran que MAID ahorra a Canadá entre 34,7 y 138,8 millones de dólares anuales en gastos sanitarios. El director de la mayor aseguradora de Bélgica incluso propuso ampliar la eutanasia a los ancianos "cansados de vivir".

Funcionarios británicos también pronostican "ahorros de decenas de millones de libras" tras la aprobación del proyecto de ley.

Es asombroso cómo el capitalismo, en su etapa final, empieza a parecerse a esa "sociedad tradicional" contra la que supuestamente luchó (donde a los ancianos y enfermos se los enviaba al bosque a morir porque no había con qué alimentarlos, e incluso a los niños pequeños se los mataba por falta de comida). Está claro que el capitalismo ha dejado de ser viable y ya no genera progreso social, sino formas completamente arcaicas sobre las que da vergüenza incluso leer.

10
Fev20

O comprimido da morte.

José Pacheco

Na Holanda há quem não queira perder tempo, fizeste 70 anos, já estás aqui a mais, toma lá o raio do comprimido e não chateies mais. Não é dito assim? Pois não, a pílula convém ser adoçada e embelezada, senão quem a compra?

"e na Holanda volta a estar na ordem do dia, apesar de a eutanásia já ter sido descriminalizada em 2002. Discute-se agora a possibilidade de ser disponibilizado aos cidadãos com mais de 70 anos um comprimido que possa “antecipar a morte”, se assim o entenderem."

 

 

 

16
Jun18

A origem da eutanásia no reino do Partido Socialista

José Pacheco

O que traduzi é chocante.

A palavra ao socialista economista Attali, braço direito ou esquerdo de Mitterand, de Sarko, «criador» de Macron. Attali Sobre a eutanásia. É bom que se leia e se perceba muito bem do que se fala quando se fala da «boa morte», de liberdade, da dignidade na morte etc. Um assunto é o caso do espanhol Ramon, o resto está tudo pensado, há que tempos, por Attali. A Portugal tudo chega com atraso. Mas chega.

O único partido que a este respeito tem uma posição justa, clara e corajosa é o Partido Comunista Português. Confundir a posição deste partido com a direita é apenas de uma pobreza de argumentos sem interesse algum.

 

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«A produção e a manutenção do consumidor são caras, mais caras do que a produção das próprias mercadorias. Os homens são produzidos por serviços que prestam uns aos outros, especialmente no campo da saúde, cuja produtividade económica não aumenta muito rapidamente. "
"A produtividade da produção de máquinas aumenta mais rapidamente que a produtividade relativa da produção de consumo. Esta contradição será superada por uma transformação do sistema de saúde e educação para a sua mercantilização e industrialização.»(p 265).

 

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«Mas, para além dos 60/65 anos, o homem vive mais do que produz e é caro para a sociedade.»

 

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«Acredito que na própria lógica da sociedade industrial, o objectivo não será prolongar a expectativa de vida, mas ter a certeza de que (...) o homem viva tão bem quanto possível, mas de forma a que as despesas de saúde serão tão pequenas quanto possível em termos de custos para a comunidade.(...) temos assim um novo critério de expectativa de vida: o do valor de um sistema de saúde, não uma função de prolongar a expectativa de vida, mas do número de anos sem doença e, particularmente, sem hospitalização. 
De fato, do ponto de vista da sociedade, é preferível que a máquina humana pare abruptamente em vez de se deteriorar gradualmente. Isso fica perfeitamente claro se nos lembrarmos que dois terços dos gastos em saúde estão concentrados nos últimos anos de vida. Da mesma forma, cepticismo à parte, os gastos em saúde não chegariam a um terço do nível actual (175 mil milhões de francos em 1979) se todos morressem subitamente em acidentes de carro. Assim, é necessário reconhecer que a lógica não reside mais no aumento da expectativa de vida, da vida sem doença.»

 

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«(...) A eutanásia será um dos instrumentos essenciais do futuro das nossas sociedades.Numa lógica socialista, para começar, o problema é o seguinte: a lógica socialista é a liberdade e a liberdade fundamental é o suicídio; Como resultado, o direito ao suicídio directo ou indirecto é, portanto, um valor absoluto nesse tipo de sociedade. Numa sociedade capitalista, máquinas de matar, próteses que eliminam a vida quando é insuportável ou economicamente muito caro, irão emergir e serão uma prática comum. Portanto, penso que a eutanásia como um valor de liberdade ou uma mercadoria, será uma das regras da sociedade futura.» (Pp. 274-275).

Nota: Excertos de uma entrevista de Jacques Attali publicada por Michel Salomon no seu livro "l'Avenir de la Vie" (Edições Segher).

 

Fatima Rolo Duarte

 

13
Jun18

Como Eliminar a Dor?

José Pacheco

Acabar com a dor foi um tema central do acalorado debate que varreu o país nos dias recentes. Duas posições se contrapuseram: uma preconizando a eliminação da dor mas conservando a vida. A outra afirmando que para acabar com a dor era preciso terminar com a vida!

Prevaleceu a primeira, mas alguns signatários da segunda já prometeram voltar à carga...

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