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Artigos Meus

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14
Mai22

O PCP não branqueia a xenofobia, o belicismo, o nazismo e o fascismo

José Pacheco

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O governo a dar armas e dinheiro a corrupção de Kiev? É dessa forma que enfrenta a subida geral dos preços dos bens e serviços, a começar pelos energéticos?

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Os EUA servem-se da crise na Ucrânia para dominar ainda mais a UE e sacrificá-al aos seus interesses

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Precisa de legenda?

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30
Out21

Sobre o momento político

José Pacheco

1 - O PS, obedecendo aos corruptos e à UE, decidiu afasta-se do PCP para gerir a seu bel prazer o dinheiro da bazuka que vem aí. Preparam-se para afundar no lodaçal da corrupção esses fundos, como aconteceu com os primeiros que vieram da UE, então CEE.

2 - Alguém acredita que o grande patronato, a banca, a UE aceitariam que os fundos da bazuka, o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) fosse gerido por um governo que o PCP ou o BE pudessem influenciar, ainda que minimamente?

3 - O PS é solução? Se você acredita. Solução para quê?

4 - O que você está a apresentar (más sondagens para o PCP e BE) são as razões pelas quais o Gov apresentou um orçamento para ser chumbado, porque quer eleições, em aliança com o Marcelo e possivelmente em obediência a ordens da UE. Por essa razão também televisões e comentadores só falam de eleições.

5 - Grande surpresa, amanheceu como sempre, até com sol, os carros circulam normalmente, a bomba de gasolina está aberta, o supermercado também. Até as gaivotas estão pousadas nos mesmos postes! Como pode ser tudo isso, com a grande crise, crise histórica que está aí, dizem alguns!

6 - Faça um exercício de memória, nas ocasiões do passado semelhantes a esta não foi sempre esse o discurso, uma crise política e tudo o resto. Eleições? As pessoas serem chamadas a votar é crise política? Não seria melhor repensar esses lugares comuns?

7 - Os eternos comentadores, com muita responsabilidade na situação do país, no seu debitar da cartola, reconhecem que os partidos não são todos iguais, que nem todos andam atrás de tacho. O PCP e o BE, resulta das palavras deles, votaram no que acreditam, não se importando de eventualmente perder lugares.

8 - Será um voto útil se for para resolver os problemas, se for o voto nos mesmos de sempre, que utilidade terá? Será um voto no marasmo, que conhecemos há dezenas de anos.

9 - Como é que 47 anos passados de 25A, 46 anos depois do 11N - que segundo alguns veio endireitar as coisas, 35 anos depois da adesão à UE, alguém ainda ache naturalíssimo falar na existência de "pobres e mais pobres"? Por favor....

10 - Então, temos teatro presidencial? O Marcelo (no multibanco), com a influência que tem, ainda organiza um talk show!

11 - O país está com Orçamento. O OGE dura até 31 de Dezembro. No dia 1 de janeiro, se não houver orçamento, é que o país fica a viver com o OGE de 2021, ou seja, passa a viver em duodécimos.

12 - O OGE foi chumbado? O gov, ouvidas todas as partes, tem agora a obrigação de apresentar outra proposta que responda a alguns dos oponentes.

13 - Caramba, com tão bons governos, como é que neste país ainda há pobres e mais pobres?

14 - Parece-me que de há muitos anos para cá Portugal é desgovernado pelos mesmos ou aparentados que desgovernaram durante 48 anos e que para o fazer se escudaram na UE que até impõe o mesmos fascismo orçamentário que o outro já impunha.

15 - Não compreendo o enquadramento estratégico do BE, que classes e camadas sociais querem eles representar? A mim parece-me que eles teriam muito êxito se se dirigissem aos setores a que se dirige o PAN. Mas eles lá sabem!

21
Mai20

O Programa de Estabilidade 2020 e quem pagará as medidas de combate à «COVID 19»

José Pacheco

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Neste estudo o economista Eugénio Rosa analisa as diversas medidas aprovadas pelo governo de apoio às famílias e às empresas.

Os seus custos, os valores de despesa previstos pelo governo no Programa de Estabilidade 2020 que apresentou à Assembleia da República, e quem vai suportar os custos que são enormes – Orçamento do Estado ou Segurança Social.

Está prevista uma despesa que permite pagar o “lay-off” apenas a 792.000 trabalhadores quando no fim de Abril já estavam inscritos 1.328.000 trabalhadores.

Demonstra-se que se for o Orçamento do Estado só pode ser feito com receitas de impostos. Se for a Segurança Social poderá por em causa a própria sustentabilidade da mesma.

E conclui que, há mais vida para além do “coronavírus” e é preciso que o medo não paralise em casa os portugueses pois, caso contrário, as consequências da hecatombe económica, social, e a perda de direitos ultrapassarão certamente as do “COVID 19”:

(523.000 trabalhadores inscritos para “lay-off sem cobertura na despesa prevista no Programa de Estabilidade 2020 apresentado pelo governo, o desemprego, a falta de rendimentos, e a miséria estão a alastrar por todo o país perante o silencio e passividade causado pelo “coronavírus”).

Espero que este estudo possa ser útil para a reflexão e debate sereno e objectivo sobre situação actual que é grave também a nível económico, social e de perda de direitos dos trabalhadores, perante o silêncio da comunicação social que só fala de infectados e de mortes causada pelo «coronavírus».

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Para Ler:

 

Com a devida vénia: 

O CASTENDO

30
Jul19

Juventude maltratada

José Pacheco

A maioria dos portugueses encontra-se limitada aos baixos rendimentos. A situação dos jovens menores de 18 anos ainda é pior. Aqui, os jovens portugueses são os oitavos na União Europeia com o menor nível de rendimentos, enquanto no total Portugal está um lugar acima.

Tanto que se fala na juventude, vai-se a ver e é o que há. O que pensarão disso os jovens que, nas campanhas eleitorais,  se limitam a fazer de cenário de enquadramento para os discursos dos dirigentes dos partidos políticos que têm governado Portugal?

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18
Abr19

Impostos sobre os salários

José Pacheco

A carga fiscal sobre os salários diminuiu ligeiramente.  Enfim, sempre valeu a pena afastar a direita do governo e ter partidos de esquerda a condicionar um pouco o PS. Que só se deixou influenciar porque se viu com pouco mais de 30% da votação. 

Se voltar a encher o saco de votos, como indiciam as sondagens, será que continuará assim?  A Experiência histórica responde que não...

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23
Mar19

Surreal

José Pacheco

A UE tem motivos para estar contente, se acreditar na estatística que produz, a maioria dos cidadãos dos países da comunidade é pelo reforço dos poderes de Bruxelas, logo, pela redução da soberania de cada país; há exceções, claro.

Nem sei o que se diga, pelos vistos, estando a UE por perto, a maioria dos portugueses, focando apenas no nosso caso, acredita no Pai Natal e não tem noção da razão de ser dos problemas que nos afetam.

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