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Artigos Meus

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24
Ago21

Paguem impostos para encher as grandes fortunas

Albertino Ferreira

É esse o grande objetivo da chamada agenda climática,  promovida pelos centros do poder. O Guterres nem hesitou em alterar profundamente a ordem das preocupações das pessoas. Poeque não está interessado nelas, mas em realizar a agenda dos poderosos.

A transição energético-climática

«As drásticas políticas públicas que [...] os governos e centros de decisão económico-financeira querem impor para resolver o desafio climático, […] passam sobretudo pelo binómio impostos-subvenções. Essa fórmula, que castiga drasticamente o cidadão através […] de impostos e taxas desproporcionados e […] de tarifas e preços crescentes por bens e serviços vitais, está muito longe de conduzir a resultados eficazes»

 

Demétrio Alves

Demétrio Alves

 
21
Mai20

O Programa de Estabilidade 2020 e quem pagará as medidas de combate à «COVID 19»

Albertino Ferreira

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Neste estudo o economista Eugénio Rosa analisa as diversas medidas aprovadas pelo governo de apoio às famílias e às empresas.

Os seus custos, os valores de despesa previstos pelo governo no Programa de Estabilidade 2020 que apresentou à Assembleia da República, e quem vai suportar os custos que são enormes – Orçamento do Estado ou Segurança Social.

Está prevista uma despesa que permite pagar o “lay-off” apenas a 792.000 trabalhadores quando no fim de Abril já estavam inscritos 1.328.000 trabalhadores.

Demonstra-se que se for o Orçamento do Estado só pode ser feito com receitas de impostos. Se for a Segurança Social poderá por em causa a própria sustentabilidade da mesma.

E conclui que, há mais vida para além do “coronavírus” e é preciso que o medo não paralise em casa os portugueses pois, caso contrário, as consequências da hecatombe económica, social, e a perda de direitos ultrapassarão certamente as do “COVID 19”:

(523.000 trabalhadores inscritos para “lay-off sem cobertura na despesa prevista no Programa de Estabilidade 2020 apresentado pelo governo, o desemprego, a falta de rendimentos, e a miséria estão a alastrar por todo o país perante o silencio e passividade causado pelo “coronavírus”).

Espero que este estudo possa ser útil para a reflexão e debate sereno e objectivo sobre situação actual que é grave também a nível económico, social e de perda de direitos dos trabalhadores, perante o silêncio da comunicação social que só fala de infectados e de mortes causada pelo «coronavírus».

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Para Ler:

 

Com a devida vénia: 

O CASTENDO

02
Mar20

A Eletricidade do nosso calvário

Albertino Ferreira

Portugal tem a 8.ª eletricidade doméstica mais cara da UE. O peso das mais variadas taxas e do IVA é enorme; com a curiosidade de este nem representar o maior custo fiscal. Por isso, a redução do IVA para 6% - que infelizmente não aconteceu - seria bom, mas apenas um pequeno alívio. Note-se também como é elevado o preço da eletricidade em toda a  UE. É também o custo do foco nas ditas fontes renováveis de energia. Não será que se está a cometer um erro de difícil recuperação depois?         

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