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Artigos Meus

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12
Jul19

A União Europeia é inimiga da espécie humana?

Albertino Ferreira

Os números estão aí, é a própria União Europeia que os publica, e não enganam. A taxa de mortalidade na UE, e em Portugal, é superior à taxa de natalidade, morre-se mais do que se nasce, na UE e em Portugal.

O que implica a diminuição da população. O que se verifica em Portugal, não na UE, porque o afluxo de imigrantes permite compensar e superar o excesso de mortes.

Mas porque é que a natalidade é baixa na UE e em Portugal? Certamente porque as políticas seguidas ou impostas por quem detém ou exerce o poder é hostil às pessoas, dificulta-lhes, até lhes inferniza a vida, em lugar de a tornar mais suportável e feliz de viver. 

Um dos reflexos desse drama é o baixo número de nascimentos.

O que faz a UE e Portugal? Mudam? Não parece muito ou assim tanto. Antes apostam na imigração para compensar (Portugal nem isso consegue fazer).

Mas isso só prova que pretendem continuar a baixar o nível das condições de vida, pois sabem que os imigrantes, no seu desespero e porque vêm de condições muito piores, aceitam tudo e mais alguma coisa para poderem sobreviver.

Evidentemente, toda esta situação agrava a tensão social, é geradora de conflitos e pode conduzir a situações políticas explosivas.

 

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Mais em "demografia"

16
Out18

Os maus hábitos alimentares são mortíferos

Albertino Ferreira

"De acordo com o estudo Global Burden of Disease (GBD), em 2016, os hábitos alimentares inadequados dos portugueses foram o segundo fator de risco que mais contribuiu para a mortalidade precoce, nomeadamente devido a doenças cardiovasculares e a doenças oncológicas (Gráfico 1). Em Portugal, mais de 237.000 anos de vida poderiam ser poupados se os portugueses melhorassem os seus hábitos alimentares. A hipertensão arterial e o Índice de Massa Corporal elevado são, a seguir aos hábitos alimentares inadequados, os fatores de risco que mais contribuem para a mortalidade precoce (5).", DGS, Alimentação Saudável
Desafios e Estratégias 2018.

 

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03
Out18

Socorro, Os Homens Precisam de Ajuda

Albertino Ferreira

Por toda a Europa a mortalidade adulta masculina supera a feminina, mas a velocidades diferentes, desde quase 3 vezes mais a apenas cerca de uma. Como se pode verificar, Portugal é dos países onde a diferença é maior, estamos no 7.º lugar a nível europeu, os adultos portugueses morrem 2, 56 vezes mais do que as adultas, por cada mulher que morre, falecem perto de 3 homens.

 

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02
Out18

Portugal a Leste a Europa

Albertino Ferreira

Pela mortalidade de adultos, Portugal destoa da Europa ocidental, central, nórdica e do sul; estamos a leste. Morre-se muito e cedo em Portugal. Será aceitável uma taxa de mortalidade tão elevada naqueles que são os melhores anos de vida, como é costume dizer-se.

 

 

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 É certo, a situação melhorou em quase 31%; em 2000 era pior. Foi um bom esforço, mas outros fizeram mais, ficámos em 17.º lugar, entre 40 países. 

 

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01
Out18

Os Homens Tombam que Nem Tordos

Albertino Ferreira

Nos 'melhores' anos de vida, entre os 15 e os 60 anos, a mortalidade masculina ultrapassa a feminina em mais de 2,5 vezes. Porquê esta discrepância? Que fatores a podem explicar? O homens correm mais riscos na vida?

Algumas razões ponderosas devem existir, até porque é um fenómeno geral, não uma especificidade portuguesa.

Centrando-nos novamente no nosso país, Desde o ano 2000, a mortalidade adulta diminuiu em Portugal, mas aquela relação agravou-se, uma vez que, no inicio do século, era de 2,33 vezes. 

Logicamente, uma das consequências visíveis desta situação é o número de mulheres superar o dos homens, entre meados dos anos 20, quando até aí, as raparigas são mais do que os rapazes, dado que nascem mais meninos do que meninas.

 

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