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Artigos Meus

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26
Jun19

Realidade triste e perspetivas sombrias

Albertino Ferreira

Portugal perdeu população entre 2010 e 2019, diz a ONU; e a quebra no futuro, até 2050, será ainda maior, mantendo-se as tendências atuais.  Já somos poucos e ainda vamos ser menos, dizem-nos.

O que acontecerá, salvo se os portugueses forem capazes de um golpe de asa que reverta a situação. Neste quadro, é criminoso apontar a emigração como solução para os jovens face à má vontade da elite política e económica em criar as condições necessárias para que os jovens se possam realizar profissionalmente e como cidadãos no nosso país.

A emigração forçada por falta de condições internas é inaceitável.

Condições de trabalho e de vida dignas - melhores salários, acessoa à habitação, por exemplos -  são essenciais para a promoção da natalidade, para assegurar a manutenção da nossa identidade e país.

 

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06
Abr19

Ter filhos não está fácil

Albertino Ferreira

As portuguesas são das que mais atrasam a vinda do primeiro filho. As razões serão várias, mas as dificuldades da vida devem jogar aí um papel bem importante.

A sociedade não deveria atuar para corrigir isso? Para assegurar as condições necessárias à natalidade e à criação adequada dos filhos? 

Garantir a manutenção da espécie não é um instinto básico?

É, mas o que se verifica é que a organização social, neste aspeto crucial, não é favorável ao que é natural.

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12
Mar19

Para assustar, nada mais

Albertino Ferreira

À OCDE deu-lhe para assustar, que em 2050, por cada 100 pessoas entre os 15 e os 64 anos, haverá 72 com 65 ou mais anos em Portugal. Infelizmente, essas contas não dão à OCDE para sugerir políticas amigas da natalidade e para a criação dos filhos em ambiente saudável. Antes são pretexto para recomendações que tornam a vida dos trabalhadores mais penosas e abrem o caminho às negociatas privadas com a Segurança Social.

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30
Set18

Gravidez na Adolescência

Albertino Ferreira

A questão da gravidez na adolescência não assume, em Portugal, a acuidade que se poderia julgar, a atender por notícias da comunicação social não faz muito. Felizmente que assim é. Não significa que o problema não exista, ao contrário, Portugal precisa de fazer mais, para se juntar resolutamente aos melhores exemplos da Europa, pois mais de oito gravidezes por cada mil mulheres na faixa etária dos 15 aos 19 anos é um valor que não se pode ignorar.

 

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03
Jun18

A Mortalidade Supera a Natalidade desde 2008

Albertino Ferreira

Portugal não está a conseguir fechar a brecha que se abriu entre a natalidade e a mortalidade desde 2008.

 

"No período 2007-2016, a evolução das taxas de natalidade e de mortalidade seguiram evoluções distintas nos dois países ibéricos. Portugal passou de valores muito próximos no início (natalidade: 9,7‰; mortalidade: 9,8‰), para uma maior diferenciação em 2016 (natalidade: 8,4‰; mortalidade: 10,7‰). A Espanha tinha, em 2007, taxas de natalidade e mortalidade de 10,9‰ e 8,5‰ respetivamente, terminando este período com valores quase iguais em ambas: 8,7‰ e 8,8‰, respetivamente."

 

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