Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Artigos Meus

Artigos Meus

28
Abr19

O défice e a dívida! O melhor é ficar sentado!

Albertino Ferreira

É mesmo por esse caminho que lá se vai para resolver o problema da dívida, então não é. manter o cinto apertado, furo atrás de furo que lá para final do século a coisa chega a bom porto, se existir país.

É aquela história de deixar de dar palha ao burro para que emagrecesse. Então agora que o burro estava magro, que já podia voltar a comer, morreu!? 

Questionar, há dívida odiosa, renegociar...

D4a-MKMWkAAyAmS.png

 

28
Mar19

Despesas militares elevadas em Portugal

Albertino Ferreira

Qual a necessidade para Portugal se encontrar entre os países da Nato com maiores despesas militares face à sua riqueza? O que ganhamos com isso? Que contributo vem daí para o nosso desenvolvimento?

Finalmente, para não alimentar fobias, não deixe de se reparar que o gasto militar conjunto dos países europeus da Nato supera em muito o da Rússia.

Europa-Geopolítica-Economía-Seguridad-Defensa-Co

 

27
Mar19

Despesas militares no mundo

Albertino Ferreira

Que loucura, que desperdício, que problemas já não se teriam resolvido com a aplicação útil desses fabulosos recursos, a doença e a fome, por exemplo, já feriam parte da história da humanidade, muito provavelmente.

Mundo-Geopolítica-Economía-Conflictos-Seguridad-

Note-se que a unidade escolhida, percentagem do PIB, prova o esforço que cada país faz em face da grandeza da sua economia, isto é, não mostra o valor absoluto da despesa militar de cada país.

04
Mar19

Que contentamento?

Albertino Ferreira

O governo canta loas pela visão salazarenta do défice orçamental próximo dos 0%. Qual o preço que se paga por isso? O do crescimento nominal rastejante da economia portuguesa, entre os menores ao nível da União Europeia, quando deveria ser o contrário. Lamentável.

Dir-se-á, mesmo assim superior à média comunitária. É verdade, mas é fraca compensação; não nos dá o desenvolvimento que precisamos, mostra antes que a UE não se encontra em bom estado de saúde...

Dy5CQQjW0AApsn9.jpg

 

01
Fev19

O Euro, o mito e a realidade

Albertino Ferreira

Gráfico 1.

Segundo o Eurostat, em 2008, a remuneração/hora de um trabalhador em Portugal correspondia 47,3% da média da Zona euro; em 2011 representava já apenas 45,3%; em 2015 somente 41,4% e, em 2017, 41,8% da média das remunerações dos trabalhadores da Zona Euro, ou seja, menos de metade.

Gráfico 2.

Os dados do Eurostat são claros, não deixam margens para dúvidas e tornam desnecessários os comentários. Em 2006, apenas 46,8% da riqueza criada em Portugal revertia para os trabalhadores que representavam cerca de 84% da população empregada; em 2011, tinha diminuído para 46,3%, e no fim do governo de Passos Coelho/Paulo Portas/troika" tinha-se reduzido para 43,7%, tendo subido em 2017 para 44,3% mas continuando a ser inferior à média da Zona Euro que, em 2017, era 47,5%. Um valor superior ao de 2006, precisamente o contrário do que se verificou em Portugal que diminuiu.

Pode ver o artigo completo aqui

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D