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Artigos Meus

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23
Dez19

Monstruosidade: Reduzir a População para combater a "Crise Climática"

Albertino Ferreira

Sim, é o que afirmaram um grupo de indivíduos, dizem que 11 mil, que se autodenominam cientistas e que admiram a Greta Thunberg. Não acredita?

Now, four decades later, a larger group of scientists is sounding another, much more urgent alarm. More than 11,000 experts from around the world are calling for a critical addition to the main strategy of dumping fossil fuels for renewable energy: there needs to be far fewer humans on the planet.

 

 

But they go one step further, into the politically fraught territory of population control. It “must be stabilized—and, ideally, gradually reduced—within a framework that ensures social integrity,” they write.

12
Jul19

A União Europeia é inimiga da espécie humana?

Albertino Ferreira

Os números estão aí, é a própria União Europeia que os publica, e não enganam. A taxa de mortalidade na UE, e em Portugal, é superior à taxa de natalidade, morre-se mais do que se nasce, na UE e em Portugal.

O que implica a diminuição da população. O que se verifica em Portugal, não na UE, porque o afluxo de imigrantes permite compensar e superar o excesso de mortes.

Mas porque é que a natalidade é baixa na UE e em Portugal? Certamente porque as políticas seguidas ou impostas por quem detém ou exerce o poder é hostil às pessoas, dificulta-lhes, até lhes inferniza a vida, em lugar de a tornar mais suportável e feliz de viver. 

Um dos reflexos desse drama é o baixo número de nascimentos.

O que faz a UE e Portugal? Mudam? Não parece muito ou assim tanto. Antes apostam na imigração para compensar (Portugal nem isso consegue fazer).

Mas isso só prova que pretendem continuar a baixar o nível das condições de vida, pois sabem que os imigrantes, no seu desespero e porque vêm de condições muito piores, aceitam tudo e mais alguma coisa para poderem sobreviver.

Evidentemente, toda esta situação agrava a tensão social, é geradora de conflitos e pode conduzir a situações políticas explosivas.

 

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Mais em "demografia"

26
Jun19

Realidade triste e perspetivas sombrias

Albertino Ferreira

Portugal perdeu população entre 2010 e 2019, diz a ONU; e a quebra no futuro, até 2050, será ainda maior, mantendo-se as tendências atuais.  Já somos poucos e ainda vamos ser menos, dizem-nos.

O que acontecerá, salvo se os portugueses forem capazes de um golpe de asa que reverta a situação. Neste quadro, é criminoso apontar a emigração como solução para os jovens face à má vontade da elite política e económica em criar as condições necessárias para que os jovens se possam realizar profissionalmente e como cidadãos no nosso país.

A emigração forçada por falta de condições internas é inaceitável.

Condições de trabalho e de vida dignas - melhores salários, acessoa à habitação, por exemplos -  são essenciais para a promoção da natalidade, para assegurar a manutenção da nossa identidade e país.

 

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