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Artigos Meus

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12
Jul19

A União Europeia é inimiga da espécie humana?

Albertino Ferreira

Os números estão aí, é a própria União Europeia que os publica, e não enganam. A taxa de mortalidade na UE, e em Portugal, é superior à taxa de natalidade, morre-se mais do que se nasce, na UE e em Portugal.

O que implica a diminuição da população. O que se verifica em Portugal, não na UE, porque o afluxo de imigrantes permite compensar e superar o excesso de mortes.

Mas porque é que a natalidade é baixa na UE e em Portugal? Certamente porque as políticas seguidas ou impostas por quem detém ou exerce o poder é hostil às pessoas, dificulta-lhes, até lhes inferniza a vida, em lugar de a tornar mais suportável e feliz de viver. 

Um dos reflexos desse drama é o baixo número de nascimentos.

O que faz a UE e Portugal? Mudam? Não parece muito ou assim tanto. Antes apostam na imigração para compensar (Portugal nem isso consegue fazer).

Mas isso só prova que pretendem continuar a baixar o nível das condições de vida, pois sabem que os imigrantes, no seu desespero e porque vêm de condições muito piores, aceitam tudo e mais alguma coisa para poderem sobreviver.

Evidentemente, toda esta situação agrava a tensão social, é geradora de conflitos e pode conduzir a situações políticas explosivas.

 

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Mais em "demografia"

26
Jun19

Realidade triste e perspetivas sombrias

Albertino Ferreira

Portugal perdeu população entre 2010 e 2019, diz a ONU; e a quebra no futuro, até 2050, será ainda maior, mantendo-se as tendências atuais.  Já somos poucos e ainda vamos ser menos, dizem-nos.

O que acontecerá, salvo se os portugueses forem capazes de um golpe de asa que reverta a situação. Neste quadro, é criminoso apontar a emigração como solução para os jovens face à má vontade da elite política e económica em criar as condições necessárias para que os jovens se possam realizar profissionalmente e como cidadãos no nosso país.

A emigração forçada por falta de condições internas é inaceitável.

Condições de trabalho e de vida dignas - melhores salários, acessoa à habitação, por exemplos -  são essenciais para a promoção da natalidade, para assegurar a manutenção da nossa identidade e país.

 

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