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Artigos Meus

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09
Jun20

O descalabro europeu

Albertino Ferreira

Os efeitos da pandemia do covid-19 têm de ser muito bem estudados.

Porque é que se verificou esta hecatombe na Europa, uma região desenvolvida?

Pode-se apontar o dedo aos governos, à UE, e justamente, mas não haverá questões mais de fundo? 

Porque é que há diferenças entre regiões do mesmo país? Em Portugal continental, o Alentejo - considerado das regiões menos desenvolvidas - não é a que menos sofreu? 

Porquê?

Terá isso a ver como as comunidades se organizam? Como se relacionam com os mais velhos?

Será que a generalização dos lares para a 3.ª idade agravou o problema, uma vez que os idosos são os mais propensos à doença?

Por isso o Alentejo não foi tão afetado, pois os idosos são acarinhados em suas casas?

Será preciso averiguar, porque é claro, nada poderá ficar igual.

Falta saber se seremos capazes de melhorar ou não...

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08
Jun20

Infantários

Albertino Ferreira

Parece que Portugal até é dos países com melhor cobertura de creches e infantários. 

A sua natureza públicos ou privados e a sua qualidade é que não são referidos.

Será que aquele é um bom indicador de qualidade de vida? Não seria preferível as mães (ou os pais) terem condições para criar os seus filhos com menos de três anos, sem o concurso do serviço de terceiros?

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29
Mai20

O plano para a recuperação

Albertino Ferreira

Algumas das verbas possíveis estão indicadas no gráfico. Elas indicam que, neste momento, a UE não pretende correr os riscos políticos da austeridade violenta que impôs depois da crise de 2007/2008. Depois, mais para a frente, se as coisas acalmarem, logo se verá...

O que não deve impedir uma análise mais profunda. Por exemplo, no mesmo período, 4 anos, o montante que Portugal irá pagar de juros da dívida é  igual, superior ou inferior ao que irá receber?

Bom, 25 mil milhões de euros de juros da dívida a pagar no mesmo período parece ser um montante bem superior.

E. ao ritmo atual,  40 mil milhões de euros para offshores sem pagar imposto são muito mais.

Depois, como se pode compreender ainda  que a UE pretenda carregar mais na dívida se ela é já tão pesada? 

Os 250 mil milhões não poderia também ser suportados pela UE?

Ainda, países tão ricos, e que tanto têm beneficiado com a UE, como a Alemanha e a França, não poderiam receber menos? 

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