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Artigos Meus

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14
Abr19

Entre as 35 e as 40 horas

Albertino Ferreira

O horário de trabalho em Portugal, considerando todos os setores de atividade, está entre as 35 e as 40 horas, para os trabalhadores a tempo inteiro.

É positivo, mas também significa que muitos trabalhadores estão obrigados ainda a um horário semanal de 40 ou mais horas. Isso é século passado, é retrocesso, o progresso exige a redução do horário de trabalho, aumentando-se dessa forma o tempo livre, que o trabalhador pode dedicar para si, para a sua família, para o seu desenvolvimento pessoal, para a sua ação cívica.

weekly paid hours 2016.png

Deveria ser evidente, mas comvém sublinhar que a redução do horário de trabalho não pode ser pretexto para o congelamento das atualizações remuneratórias, muito menos para a sua redução.

14
Mar19

A produtividade em Portugal superior à alemã

Albertino Ferreira

O gráfico é sobre o abrandamento da produtividade no período mais recente em relação ao precedente considerado. 

Mas serve também para mostrar que entre 2005 e 2015 a produtividade portuguesa foi superior à alemã ou à francesa, por exemplo.

Falta esclarecer porque é que isso aconteceu. Não se pode excluir que se deva também ao facto de as remunerações terem evoluído menos do que evoluiu a economia!

 

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01
Fev19

O Euro, o mito e a realidade

Albertino Ferreira

Gráfico 1.

Segundo o Eurostat, em 2008, a remuneração/hora de um trabalhador em Portugal correspondia 47,3% da média da Zona euro; em 2011 representava já apenas 45,3%; em 2015 somente 41,4% e, em 2017, 41,8% da média das remunerações dos trabalhadores da Zona Euro, ou seja, menos de metade.

Gráfico 2.

Os dados do Eurostat são claros, não deixam margens para dúvidas e tornam desnecessários os comentários. Em 2006, apenas 46,8% da riqueza criada em Portugal revertia para os trabalhadores que representavam cerca de 84% da população empregada; em 2011, tinha diminuído para 46,3%, e no fim do governo de Passos Coelho/Paulo Portas/troika" tinha-se reduzido para 43,7%, tendo subido em 2017 para 44,3% mas continuando a ser inferior à média da Zona Euro que, em 2017, era 47,5%. Um valor superior ao de 2006, precisamente o contrário do que se verificou em Portugal que diminuiu.

Pode ver o artigo completo aqui

 

 

10
Ago18

Salários Muito Baixos

Albertino Ferreira

 

O salário médio em Portugal é incrivelmente baixo, o 8.º mais baixo de entre os 35 países da OCDE. Ganha-se mal no nosso país. Não deixe de se reparar que se trata de uma média. Logo, o vencimento de muitos trabalhadores, empregados ou funcionários está abaixo do valor apresentado, calculado pelo método da OCDE.

 

 

 

A mesma visão se tem reduzindo a observação para a União Europeia. O que sobressai é que o modelo escolhido para o nosso país pela elite dirigente é o modelo dos baixos salários. O discurso oficial diral algo completamente diferente, mas, ante a realidade, é evidente que se trata de mistificação.

 

 

E ainda mais chocante fica considerando apenas a Zona Euro.

 

 

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