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Artigos Meus

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13
Jul19

O esforço de Portugal com a Saúde não impressiona

Albertino Ferreira

É certo que está ligeiramente acima da média da OCDE, mas longe dos melhores lugares. Mais importante do que a relação com o PIB é saber se o que está a ser feito é o suficiente para atender às necessidades e direitos de utentes e dos profissionais do setor, sem os quais não há bom serviço. A resposta parece ser negativa a concluir pelos notícias que saem a público de forma quase permanente. Portugal precisa de investir mais na saúde para para cuidar devidamente da sua população, cuja idade vai avançando.

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04
Mar19

Anos de vida com saúde.

Albertino Ferreira

Em Portugal não chegam aos 60 anos.

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Devia ser esta a idade a ter em conta na definição da idade para a aposentação. Mas não é esse o interesse das autoridades, apostadas que estão em usar o dinheiro público em benefício de poucos e grandes interesses privados.

A idade da reforma é sempre a subir, até lá vais trabalhar tenhas ou não condições.

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29
Dez18

Os gastos com a saúde pesam às famílias portuguesas

Albertino Ferreira

As despesas com a saúde representam 9% do Produto Interno Bruto, o que coloca Portugal acima da média da OCDE. 

São dados globais que trazem surpresa quando decompostos nas suas duas componentes, a pública, a do Estado, e a privada, ou a dos cidadãos. 

 

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De facto, quanto ao financiamento estatal, a posição de Portugal cai, passa a ser inferior à média da OCDE.

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Em contrapartida, o peso que as famílias suportam com os encargos com a saúde, volta a colocar Portugal nitidamente acima da média da OCDE; aliás, de entre os 36 países dessa Organização, as famílias portuguesas são das que mais comparticipam do seu bolso para os cuidados de saúde, para além dos impostos e dos descontos a que são obrigadas para o efeito.

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27
Dez18

O Estado Empurra para as Famílias os Encargos com a Saúde

Albertino Ferreira

Os encargos com a saúde representavam 9% do PIB em 2017; destes, 6% corriam à conta do Estado e 3% eram assegurados pelas famílias.

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Os números apresentados permitem constatar que o Estado se desfaz progressivamente das suas responsabilidades na saúde empurrando-as para as famílias. De facto, no ano 2000, o Estado assegurava 70,47% do financiamento da saúde, valor que baixou para 66,64% em 2017; por contrapartida dos encargos suportados pelas famílias, que subiram de 29,53%, em 2000, para 33,36% em 2017.

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O que comprova a crescente desresponsabilização do Estado em assegurar o direito à saúde dos seus cidadãos, vendo-se estes na contingência de substituir o Estado no que este devia, mas não faz. E os valores em causa são já muito significativos.

Assim, em 2000, por cada 5€ que o Estado aplicava na saúde, as famílias gastavam 2€; 

Em comparação, em 2017, por cada 2€ que o Estado assegurava, as famílias, por seu lado, tinham de garantir 1€!

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20
Dez18

Não fiquem loucos, que isso sai caro!

Albertino Ferreira

A OCDE que tudo calcula, também determinou os custos das doenças mentais. E constatou que não é pequeno. Será que é desta que a OCDE vai reclamar políticas mais amigas das pessoas, e não das contas de alpaca em que se especializou? É que aí reside uma boa parte da razão para a sociedade stressante em que estamos mergulhados.

As despesas em Portugal são inferiores à média da UE.  Em termos de números é bom, quanto à saúde das pessoas, já nada se pode dizer...

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