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Artigos Meus

Artigos Meus

26
Jun19

Realidade triste e perspetivas sombrias

Albertino Ferreira

Portugal perdeu população entre 2010 e 2019, diz a ONU; e a quebra no futuro, até 2050, será ainda maior, mantendo-se as tendências atuais.  Já somos poucos e ainda vamos ser menos, dizem-nos.

O que acontecerá, salvo se os portugueses forem capazes de um golpe de asa que reverta a situação. Neste quadro, é criminoso apontar a emigração como solução para os jovens face à má vontade da elite política e económica em criar as condições necessárias para que os jovens se possam realizar profissionalmente e como cidadãos no nosso país.

A emigração forçada por falta de condições internas é inaceitável.

Condições de trabalho e de vida dignas - melhores salários, acessoa à habitação, por exemplos -  são essenciais para a promoção da natalidade, para assegurar a manutenção da nossa identidade e país.

 

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19
Jun19

Os trabalhadores estão satisfeitos, os empresários e governo ainda mais, evidentemente!

Albertino Ferreira

Os custos horários do trabalho (salários, prémios, descontos para a segurança social, etc.) em Portugal foram dos que menos cresceram Na União Europeia. Como compreender? Podem dar-se muitas explicações, mas, ao que parece, os trabalhadores contentam-se com o que têm, não reivindicam e se mobilizam para mais. Evidentemente, pelo seu lado, não são os patrões ou o governo que se chegam à frente. Qual a razão de abrir mão desse rendimento, se os trabalhadores não lutam para ficar com ele, nem castigam o governos nos votos?

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06
Mai19

Custos do trabalho

Albertino Ferreira

Os custos horários por cada trabalhador em Portugal são claramente inferiores à média da União Europeia. É um indicador do atraso do país. Portugal precisa, e há espaço, que os salários subam substancialmente,  porque com isso se garantem condições de vida dignas para quem trabalha, no presente e para o futuro, e porque isso dará um impulso enorme ao desenvolvimento económico, uma vez que, de uma vez por todas, a economia portuguesa tem de deixar de se basear nos baixos salários.

Evidentemente, nada disso surgirá do céu....

 

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23
Abr19

Custos laborais baixos

Albertino Ferreira

Portugal tem dos mais baixos salários entre os países da União Europeia.  Uma vez mais se confirma. É o modelo económico dos baixos salários, herdado do fascismo, que se pretende perpetuar. De vez em quando, os governantes de serviço batem com a mão no peito e juram que não é isso o que se pretende, nem vai continuar. Paleio, de juras está o inferno cheio, a realidade aí está, é a prova de algodão, as entidades patronais e os governos que as favorecem não estão interessadas em aumentar o nível dos vencimentos, logo em desenvolver o país, sacam todo o lucro impondo baixos níveis remuneratórios e estão satisfeitas com isso. Por sua livre vontade não mudarão.

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18
Abr19

Impostos sobre os salários

Albertino Ferreira

A carga fiscal sobre os salários diminuiu ligeiramente.  Enfim, sempre valeu a pena afastar a direita do governo e ter partidos de esquerda a condicionar um pouco o PS. Que só se deixou influenciar porque se viu com pouco mais de 30% da votação. 

Se voltar a encher o saco de votos, como indiciam as sondagens, será que continuará assim?  A Experiência histórica responde que não...

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21
Fev19

A geração mais nova tem maior formação académica superior

Albertino Ferreira

Isso é uma evidência no nosso país; mesmo assim continuamos bastante atrasados em relação a outros, e nem sequer fomos dos que mais melhorámos nos anos considerados.

Outra questão é a de saber se o país está preparado para receber os jovens (ou quer) com esse nível de formação.  A realidade é que muitos se veem obrigados a demandar terras estrangeiras para encontrar colocação compatível, o vencimento adequado, e outros, que ficam, sujeitam-se a empregos pouco ou nada conformes com as suas habilitações.

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19
Nov18

Custos Laborais Ajustados ao Calendário

Albertino Ferreira

Os custos laborais em Portugal, no início de 2018 voltaram a cair para valores inferiores aos de 2012. 

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Como se pode observar, os custos laborais em Portugal são, em regra, inferiores aos da média da União Europeia e, também, da zona euro.

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Finalmente, Portugal encontra-se entre os poucos países da UE, cujos custos laborais, nos primeiros 3 meses de 2018, foram inferiores aos de 2012, ano tomado como base de comparação e, por isso, com o índice igual a 100.

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18
Nov18

Os custos laborais aos altos e baixos

Albertino Ferreira

Os custos laborais em Portugal (vencimentos e salários) na indústria, construção e serviços voltaram a cair no primeiro trimestre de 2018 para valores inferiores aos de 2012, repetindo o acontecido no 1.º trimestre de 2016 e no 1.º de 2017.

 

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 Dessa forma, Portugal é dos poucos países cujos custos laborais nos primeiros 3 meses de 2018 são inferiores aos de 2012.

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Reduzindo o período de análise, Portugal encontra-se igualmente entre os países cujos custos laborais diminuiram no início de 2018 relativamente ao valor final apurado em 2015.

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Nota: Os cálculos são feitos sem ajustamento ao calendário e à sazonalidade, o que significa que se ignoraram o efeito do calendário diferente de trabalho dos vários países (feriados, gozo de férias, por exemplo) assim como o efeito da sazonalidade (a título de ilustração: sabe-se que há atividades que registam um pico em determinadas épocas do ano, o verão, no caso do turismo).

09
Set18

Ganhos Horários dos Trabalhadores no Setor Privado

Albertino Ferreira

Como nos últimos três anos o valor do índice é inferior a 100 - o índice escolhido para comparação, calculado com os ganhos de 2010 - isso significa que, nesses anos, os ganhos horários dos trabalhadores no setor privado foram inferiores aos de 2010. 

Muito embora tenha havido uma recuperação, em 2017 os trabalhadores receberam menos do que em 2010 em cada hora de trabalho,

Aliás, Portugal foi o único país onde isso aconteceu, de entre os indicados pela OCDE.

 

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