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Artigos Meus

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12
Mar20

A diferença salarial entre homens e mulheres

José Pacheco

Agora que o 8 de março já passou, que as luzes dos holofotes se viraram para outros temas, poucos são os que persistem a falar no tema, até ao ano, em que as vedetas do costume se acotovelarão aparecer outra vez na primeira fila do combate à injustiça.

Entretanto a realidade mantém-se, é essa, Portugal é dos mais desaguai, acima da média europeia. É curioso o caso da Alemanha, o 2.º país mais desigual, apesar de ter uma mulher a chefiar o governo há 14 anos.

Repare-se também na posição do Reino Unido. De que serviram às mulheres os governos de Margaret Thatcher, a dama de ferro, durante mais de 10 anos?

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29
Jul19

Portugal dos carentes

José Pacheco

O rendimento disponível dos portugueses, particularmente os trabalhadores e pensionistas, é dos mais baixos na União Europeia. Esta realidade triste não é nova, é certo, mas a sua continuação devia ser chocante. Os portugueses já estão tão habituados que não acreditam que seja possível qualquer alteração e muitos até reagem com raiva contra aqueles que não desistem de a alterar. O que talvez seja o mais terrível. 

Então, o que se deverá fazer? Aumentar significativamente os salários, naturalmente, todos, o salário mínimo nacional também, e as pensões.

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26
Jun19

Realidade triste e perspetivas sombrias

José Pacheco

Portugal perdeu população entre 2010 e 2019, diz a ONU; e a quebra no futuro, até 2050, será ainda maior, mantendo-se as tendências atuais.  Já somos poucos e ainda vamos ser menos, dizem-nos.

O que acontecerá, salvo se os portugueses forem capazes de um golpe de asa que reverta a situação. Neste quadro, é criminoso apontar a emigração como solução para os jovens face à má vontade da elite política e económica em criar as condições necessárias para que os jovens se possam realizar profissionalmente e como cidadãos no nosso país.

A emigração forçada por falta de condições internas é inaceitável.

Condições de trabalho e de vida dignas - melhores salários, acessoa à habitação, por exemplos -  são essenciais para a promoção da natalidade, para assegurar a manutenção da nossa identidade e país.

 

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19
Jun19

Os trabalhadores estão satisfeitos, os empresários e governo ainda mais, evidentemente!

José Pacheco

Os custos horários do trabalho (salários, prémios, descontos para a segurança social, etc.) em Portugal foram dos que menos cresceram Na União Europeia. Como compreender? Podem dar-se muitas explicações, mas, ao que parece, os trabalhadores contentam-se com o que têm, não reivindicam e se mobilizam para mais. Evidentemente, pelo seu lado, não são os patrões ou o governo que se chegam à frente. Qual a razão de abrir mão desse rendimento, se os trabalhadores não lutam para ficar com ele, nem castigam o governos nos votos?

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06
Mai19

Custos do trabalho

José Pacheco

Os custos horários por cada trabalhador em Portugal são claramente inferiores à média da União Europeia. É um indicador do atraso do país. Portugal precisa, e há espaço, que os salários subam substancialmente,  porque com isso se garantem condições de vida dignas para quem trabalha, no presente e para o futuro, e porque isso dará um impulso enorme ao desenvolvimento económico, uma vez que, de uma vez por todas, a economia portuguesa tem de deixar de se basear nos baixos salários.

Evidentemente, nada disso surgirá do céu....

 

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