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Artigos Meus

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29
Jul19

Portugal dos carentes

Albertino Ferreira

O rendimento disponível dos portugueses, particularmente os trabalhadores e pensionistas, é dos mais baixos na União Europeia. Esta realidade triste não é nova, é certo, mas a sua continuação devia ser chocante. Os portugueses já estão tão habituados que não acreditam que seja possível qualquer alteração e muitos até reagem com raiva contra aqueles que não desistem de a alterar. O que talvez seja o mais terrível. 

Então, o que se deverá fazer? Aumentar significativamente os salários, naturalmente, todos, o salário mínimo nacional também, e as pensões.

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26
Jun19

Realidade triste e perspetivas sombrias

Albertino Ferreira

Portugal perdeu população entre 2010 e 2019, diz a ONU; e a quebra no futuro, até 2050, será ainda maior, mantendo-se as tendências atuais.  Já somos poucos e ainda vamos ser menos, dizem-nos.

O que acontecerá, salvo se os portugueses forem capazes de um golpe de asa que reverta a situação. Neste quadro, é criminoso apontar a emigração como solução para os jovens face à má vontade da elite política e económica em criar as condições necessárias para que os jovens se possam realizar profissionalmente e como cidadãos no nosso país.

A emigração forçada por falta de condições internas é inaceitável.

Condições de trabalho e de vida dignas - melhores salários, acessoa à habitação, por exemplos -  são essenciais para a promoção da natalidade, para assegurar a manutenção da nossa identidade e país.

 

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19
Jun19

Os trabalhadores estão satisfeitos, os empresários e governo ainda mais, evidentemente!

Albertino Ferreira

Os custos horários do trabalho (salários, prémios, descontos para a segurança social, etc.) em Portugal foram dos que menos cresceram Na União Europeia. Como compreender? Podem dar-se muitas explicações, mas, ao que parece, os trabalhadores contentam-se com o que têm, não reivindicam e se mobilizam para mais. Evidentemente, pelo seu lado, não são os patrões ou o governo que se chegam à frente. Qual a razão de abrir mão desse rendimento, se os trabalhadores não lutam para ficar com ele, nem castigam o governos nos votos?

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06
Mai19

Custos do trabalho

Albertino Ferreira

Os custos horários por cada trabalhador em Portugal são claramente inferiores à média da União Europeia. É um indicador do atraso do país. Portugal precisa, e há espaço, que os salários subam substancialmente,  porque com isso se garantem condições de vida dignas para quem trabalha, no presente e para o futuro, e porque isso dará um impulso enorme ao desenvolvimento económico, uma vez que, de uma vez por todas, a economia portuguesa tem de deixar de se basear nos baixos salários.

Evidentemente, nada disso surgirá do céu....

 

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23
Abr19

Custos laborais baixos

Albertino Ferreira

Portugal tem dos mais baixos salários entre os países da União Europeia.  Uma vez mais se confirma. É o modelo económico dos baixos salários, herdado do fascismo, que se pretende perpetuar. De vez em quando, os governantes de serviço batem com a mão no peito e juram que não é isso o que se pretende, nem vai continuar. Paleio, de juras está o inferno cheio, a realidade aí está, é a prova de algodão, as entidades patronais e os governos que as favorecem não estão interessadas em aumentar o nível dos vencimentos, logo em desenvolver o país, sacam todo o lucro impondo baixos níveis remuneratórios e estão satisfeitas com isso. Por sua livre vontade não mudarão.

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18
Abr19

Impostos sobre os salários

Albertino Ferreira

A carga fiscal sobre os salários diminuiu ligeiramente.  Enfim, sempre valeu a pena afastar a direita do governo e ter partidos de esquerda a condicionar um pouco o PS. Que só se deixou influenciar porque se viu com pouco mais de 30% da votação. 

Se voltar a encher o saco de votos, como indiciam as sondagens, será que continuará assim?  A Experiência histórica responde que não...

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21
Fev19

A geração mais nova tem maior formação académica superior

Albertino Ferreira

Isso é uma evidência no nosso país; mesmo assim continuamos bastante atrasados em relação a outros, e nem sequer fomos dos que mais melhorámos nos anos considerados.

Outra questão é a de saber se o país está preparado para receber os jovens (ou quer) com esse nível de formação.  A realidade é que muitos se veem obrigados a demandar terras estrangeiras para encontrar colocação compatível, o vencimento adequado, e outros, que ficam, sujeitam-se a empregos pouco ou nada conformes com as suas habilitações.

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