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Artigos Meus

Artigos Meus

03
Out18

Socorro, Os Homens Precisam de Ajuda

Albertino Ferreira

Por toda a Europa a mortalidade adulta masculina supera a feminina, mas a velocidades diferentes, desde quase 3 vezes mais a apenas cerca de uma. Como se pode verificar, Portugal é dos países onde a diferença é maior, estamos no 7.º lugar a nível europeu, os adultos portugueses morrem 2, 56 vezes mais do que as adultas, por cada mulher que morre, falecem perto de 3 homens.

 

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26
Set18

Esperança de Vida com Saúde à Nascença, Ambos os Sexos

Albertino Ferreira

A Esperança de Vida com Saúde à Nascença, Ambos os Sexos, em Portugal, 72 anos em 2016, é inferior à esperança média de vida - 80,78 anos em 2017 - o indicador que mais se utiliza. Todavia, para a definição das questões relacionadas com a idade da reforma se devesse utilizar preferencialmente o primeiro porque, embora os anos de vida sejam da maior importância, os anos de vida em que se goza de saúde plena o são ainda mais.

No panorama europeu, não se pode dizer que Portugal esteja mal, embora seja sempre preferível estar numa melhor posição.

 

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19
Ago18

As Pussy Riot

Albertino Ferreira

As Pussy Riot estiveram em Portugal; foram objeto de alguma atenção comunicacional, não pelas suas qualidades musicais, antes pelo posicionamento político que dizem ter.

Pelos vistos, agora vale de tudo para se promover certas políticas. 

Mas se é assim, se é o posicionamento político que prevalece, então que se conte tudo.

 

Os interessados podem ver aqui e aqui

 

São dois links para o Google. O que não impediu o Facebook de me castigar por 24 horas por ter colocado o segundo. 

12
Ago18

Mais como trabalhadoras, Menos como Gestoras

Albertino Ferreira

Como na generalidade dos países, em Portugal, a participação das mulheres na gestão, as gestoras, é inferior à sua presença no mundo do trabalho, as trabalhadoras. É um sinal de desigualdade da mulher. Embora se deva sublinhar que, no nosso país, o panorama é mais sorridente do que na generalidade dos outros, alguns dos quais são tomados como referência de desenvolvimento e liderança ao nível da UE.

Evidentemente, se o olhar se focasse também no mundo da participação social, nas comissões de trabalhadores e nos sindicatos, a conclusão deveria ser idêntica: as mulheres estão sub-representadas.

 

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12
Mai18

A Solidão na Velhice é Feminina

Albertino Ferreira

 

A morte é um buldozer a destruir casamentos, mais de 45 mil em 2017; na maioria dos casos, 7 em cada 10, é o marido que falece, o que significa que a viuvez é predominantemente feminina.

Como, em regra, estes são eventos das idades avançadas, são as mulheres que ficam sós, sem o companheiro da vida! A solidão na velhice conjuga-se igualmente no feminino.

Por fim, está também a aumentar a dissolução por morte de casamentos entre pessoas do mesmo sexo; embora o seu número mal ultrapasse a dezena (11).

 

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04
Mai18

Os Homens Casam Mais Entre Si do que as Mulheres

Albertino Ferreira

 

 

Os casamentos voltaram a aumentar em 2017 (+1235), como acontece desde 2015; quase todos aconteceram entre pessoas de sexo oposto.

O número de casamentos entre pessoas do mesmo sexo subiu também, ultrapassou o meio milhar (523), com mais de metade (53,9%) a ocorrer entre homens.

O casamento civil é largamente preponderante, praticamente 2 em cada 3 é celebrado dessa forma; os que seguem as normas católicas representam pouco mais de um terço e estão em diminuição; os que respeitam outros ritos religiosos são residuais (0,5%).

O verão é a época do ano preferida para casar, com o mês de agosto a ser o mais escolhido; do lado contrário, fevereiro é o mês em que menos se dá o enlace.

Por fim, o casamento cada vez mais constituí a formalização de uma situação já existente, uma vez que, em cerca de 3 em cada 5, os nubentes já viviam juntos.

 

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03
Mai18

Os Nascimentos não Compensam as Mortes

Albertino Ferreira

 

É preocupante, há nove anos que acontece e está a ficar pior: Em Portugal, os nascimentos são inferiores às mortes, segundo o Instituto Nacional de Estatística.

Em 2017, os nascimentos ficaram atrás das mortes em 23432; o que representa um drástico agravamento face a 2010,quando a diferença, já má, se ficou pelos 4573.

No primeiro ano referido, nasceram 86154 crianças, a maioria meninos – 51,15% - o que contraria a crença de que nascem mais meninas.

É de sublinhar o facto de mais de metade ter nascido fora do casamento formalmente celebrado, proporção que está em aumento, muito pela influência do forte acréscimo do nascimento de bebés, cujos pais nem sequer vivem em coabitação, isto é, na mesma casa.

A maternidade ocorre principalmente entre os 20 e os 34 anos; depois dos 35 anos o seu valor, embora em aumento, ainda não chega a um terço do total; antes dos 20 anos da mãe, sua ocorrência é residual – 2,5% do total - e está em diminuição.

Finalmente, é no mês de setembro que se observa o maior número de nascimentos, enquanto o menor ocorre em fevereiro.

 

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Valores de 2016

 

 

 

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