Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Artigos Meus

Artigos Meus

17
Mar20

Um longa vida de trabalho

Albertino Ferreira

Das mais longas na União Europeia. É o que Portugal tem para oferecer aos jovens. Afinal onde está o progresso? Não deveria conduzir à redução do tempo de trabalho por conta de outrem, que é um tempo não livre, em que um se encontra às ordens de outro, sem a liberdade de decidir da melhor forma de dispor do seu tempo.

15761.jpeg

 

01
Mai19

Trabalha-se muito, ganha-se pouco

Albertino Ferreira

É uma máxima que se aplica perfeitamente a Portugal, dos países com mais horas semanais de trabalho e também dos que têm menor nível salarial, como é conhecido.

E assim se mantém porque é esse o interesse da classe empresarial e os sucessivos governos e presidentes ao longo destes anos todos, por muito que digam o contrário, mas a verdade é como ela é, de facto, não como andam a cantarolar que é.

O tempo, as estatísticas, são como o algodão, não enganam.

Responsabilidade têm também os trabalhadores portugueses, que muitos se contentam, ou resmungam sempre contra os outros, mexerem-se eles para resolver os seus problemas é que não.

D5AEV55X4AAqXI3.png

 

D41LvJMXoAA46CM.jpg

 

 

14
Abr19

Entre as 35 e as 40 horas

Albertino Ferreira

O horário de trabalho em Portugal, considerando todos os setores de atividade, está entre as 35 e as 40 horas, para os trabalhadores a tempo inteiro.

É positivo, mas também significa que muitos trabalhadores estão obrigados ainda a um horário semanal de 40 ou mais horas. Isso é século passado, é retrocesso, o progresso exige a redução do horário de trabalho, aumentando-se dessa forma o tempo livre, que o trabalhador pode dedicar para si, para a sua família, para o seu desenvolvimento pessoal, para a sua ação cívica.

weekly paid hours 2016.png

Deveria ser evidente, mas comvém sublinhar que a redução do horário de trabalho não pode ser pretexto para o congelamento das atualizações remuneratórias, muito menos para a sua redução.

09
Abr19

As sondagens indicam que a maioria dos eleitores não valoriza os deputados que trabalham

Albertino Ferreira

Dizer mal dos deputados é o desporto nacional favorito, até talvez mais do que o futebol, mas, chega-se às eleições e o que se constata é que a grande maioria dos eleitores não valoriza os deputados que mais trabalham, optando sempre por manter os que menos fazem. 

57049170_381687365760396_5046229880061034496_n.jpg

Nota importante o João PImenta entrou a meio do mandato. Se lhe adicionarmos as 121 perguntas feitas pela Inês Zuber (deixou o Parlamento Europeu para ser mãe, uma vez que as regras do PE não permitem que uma deputada possa suspender o mandato por motivos de gravidez), seria o terceiro deputado mais produtivo!

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D